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	<title>Atualidade Archives - My Pediatria</title>
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	<description>Plataforma multimédia dirigida à comunidade médica da área da Pediatria e outros profissionais de saúde envolvidos no tratamento das doenças pediátricas.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 09 Jul 2026 13:07:05 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Atualidade Archives - My Pediatria</title>
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		<title>Novo livro ajuda pediatras a reconhecer precocemente as perturbações do neurodesenvolvimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 13:07:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As perturbações do neurodesenvolvimento afetam atualmente entre 15% e 20% das crianças em idade escolar e representam um desafio crescente para os sistemas de saúde, educação e proteção social. Com o objetivo de apoiar a identificação precoce destas condições e promover uma abordagem baseada na evidência, a LIDEL Editora publica “Neurodesenvolvimento Trocado por Miúdos”, obra [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">As perturbações do neurodesenvolvimento afetam atualmente entre 15% e 20% das crianças em idade escolar e representam um desafio crescente para os sistemas de saúde, educação e proteção social. Com o objetivo de apoiar a identificação precoce destas condições e promover uma abordagem baseada na evidência, a LIDEL Editora publica “Neurodesenvolvimento Trocado por Miúdos”, obra coordenada pelas pediatras Catarina Prior e Inês Vaz Matos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dirigido a profissionais de saúde, educadores e famílias, o livro reúne conhecimento científico atualizado sobre o neurodesenvolvimento típico e as principais perturbações que podem comprometer áreas como a linguagem, cognição, atenção, motricidade, interação social e regulação emocional. Simultaneamente, procura traduzir a evidência científica numa linguagem acessível, facilitando o reconhecimento precoce de sinais de alerta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na nota introdutória, as coordenadoras sublinham que a crescente procura das consultas de neurodesenvolvimento no Serviço Nacional de Saúde reforça a importância de uma deteção atempada e de uma intervenção precoce, determinantes para melhorar o prognóstico e a qualidade de vida das crianças.</p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="257" height="400" data-id="214494" src="https://mypediatria.pt/wp-content/uploads/2026/07/9789895930050-Neurodesenvolvimento-Trocado-por-Miudos_capa-300-1-257x400.jpg" alt="" class="wp-image-214494" srcset="https://mypediatria.pt/wp-content/uploads/2026/07/9789895930050-Neurodesenvolvimento-Trocado-por-Miudos_capa-300-1-257x400.jpg 257w, https://mypediatria.pt/wp-content/uploads/2026/07/9789895930050-Neurodesenvolvimento-Trocado-por-Miudos_capa-300-1-193x300.jpg 193w, https://mypediatria.pt/wp-content/uploads/2026/07/9789895930050-Neurodesenvolvimento-Trocado-por-Miudos_capa-300-1.jpg 607w" sizes="(max-width: 257px) 100vw, 257px" /></figure>
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<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<item>
		<title>ESPID 2026: dados de vida real confirmam efetividade histórica da imunização contra a doença provocada por RSV</title>
		<link>https://mypediatria.pt/atualidade/espid-2026-dados-de-vida-real-confirmam-efetividade-historica-da-imunizacao-contra-a-doenca-provocada-por-rsv/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 09:29:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O congresso da Sociedade Europeia de Doenças Infeciosas Pediátricas (ESPID) de 2026 destacou o impacto transformador da imunização contra a doença provocada pelo vírus sincicial respiratório (RSV). Os dados de vida real evidenciam não só uma redução drástica nas hospitalizações de recém-nascidos e lactentes, mas também benefícios inesperados a longo prazo e uma diminuição significativa [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O congresso da Sociedade Europeia de Doenças Infeciosas Pediátricas (ESPID) de 2026 destacou o impacto transformador da imunização contra a doença provocada pelo vírus sincicial respiratório (RSV). Os dados de vida real evidenciam não só uma redução drástica nas hospitalizações de recém-nascidos e lactentes, mas também benefícios inesperados a longo prazo e uma diminuição significativa na prescrição de antibióticos. Assista ao vídeo com os destaques de especialistas nacionais que marcaram presença neste grande evento científico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O congresso da ESPID 2026, realizado na cidade de Bolonha, reuniu especialistas em Pediatria e doenças infeciosas para debater os mais recentes avanços na proteção infantil. A consolidação da evidência clínica e de vida real sobre nirsevimab, um anticorpo monoclonal utilizado na prevenção da doença associada à infecção por RSV, foi um dos temas abordados. Os especialistas sublinharam como as campanhas de imunização vieram alterar de forma radical o panorama das urgências pediátricas e das unidades de Cuidados Intensivos durante a época típica de circulação do vírus.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Maturidade dos dados e generalização de resultados</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a utilização de nirsevimab já implementada em vários países, a comunidade médica dispõe agora de dados robustos que comprovam a sua efetividade à escala global. Esta fase de maturidade permitiu observar ganhos que vão além das expectativas iniciais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nesta altura de maturidade do produto, o que tem sido muito interessante é observar a generalização dos bons resultados. Neste momento, temos dados de mundo real, em vários continentes, que corroboram a excelente efetividade (…) e começamos, além disso, a ter alguns dados muito interessantes de ganhos secundários que não se adivinhavam com a introdução do produto, nomeadamente a redução da carga da doença no segundo ano, na segunda época de contacto com o RSV.” <strong>— </strong>João Farela Neves, Pediatra, Hospital de Dona Estefânia.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Evidência de segurança e impacto além da primeira época</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A consistência dos resultados ao longo de três épocas de transmissão do vírus tem trazido uma nova confiança aos profissionais de saúde. Além disso, a evidência sugere uma proteção para além da primeira época de contacto com o vírus..</p>



<p class="wp-block-paragraph">“De facto, temos já três épocas seguidas de utilização de nirsevimab e a grande efetividade que temos nos números de vida real apresentados permitem-nos ficar com maior tranquilidade e maior segurança (…) conseguimos ver um impacto após os seis meses, e isso, naquilo que é a carga de trabalho dos internamentos e dos recursos dos cuidados de saúde, conseguimos também ver aqui um ganho adicional.” — Alexandre Fernandes, Pediatra, Centro Materno Infantil do Norte (CMIN).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta hipótese de extensão da proteção foi um dos temas centrais das apresentações científicas baseadas em coortes prospetivas, como o estudo NIRSE-GAL.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Os novos dados apresentados neste ESPID em Bolonha são particularmente relevantes (…) porque sugerem que a proteção conferida por nirsevimab pode estender-se além dos primeiros seis meses de vida (…) Mais interessante ainda é esta análise da segunda época: mesmo sem receberem uma nova dose do nirsevimab, as crianças que tinham sido imunizadas apenas na primeira época apresentaram uma redução de cerca de 50% no risco de hospitalização por RSV.” <strong>— </strong>Isabel Esteves, Pediatra, Hospital de Santa Maria.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Alívio dos sistemas de Saúde e redução de antibióticos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O impacto clínico não se limitou aos internamentos prolongados. Houve uma mudança visível nas Urgências e na forma como as patologias respiratórias agudas são geridas, com um benefício direto no combate a outras ameaças de saúde pública, como a resistência antimicrobiana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O impacto da administração de nirsevimab foi muito além da redução da hospitalização. Trouxe uma diminuição franca da afluência ao serviço de urgência, quer por bronquiolite, quer por infeções respiratórias associadas ao RSV (…) Um outro aspeto muito relevante foi a diminuição da prescrição de antibióticos (…) e isto é muito importante no contexto atual de aumento das resistências antimicrobianas, que sabemos que é uma das maiores ameaças à saúde pública.” <strong>— </strong>Filipa Prata, Pediatra, Hospital de Santa Maria.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Uma mudança de paradigma na Pediatria</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para quem está na linha da frente nos hospitais centrais, a diferença entre as épocas pré e pós-imunização com nirsevimab é descrita como muito significativa, melhorando não apenas os indicadores de saúde, mas também a vida das famílias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O grande impacto foi claramente esse: uma redução ‘brutal’ nas hospitalizações, nos casos graves, na ida às Urgências. Como diretor da Pediatria de um hospital central, (…) notámos uma grande diferença de uma época para outra. Estávamos habituados a ver crianças muito pequeninas com um quadro clínico muito grave, com dificuldade respiratória importante, com internamentos em Cuidados Intensivos, e graças ao anticorpo monoclonal (…) notámos uma grande redução dos casos graves e uma consequente melhoria também da qualidade de vida das crianças e das famílias.” — Luís Varandas, Diretor do Departamento de Pediatria, Hospital de Dona Estefânia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O congresso encerrou com perspetivas otimistas para o futuro, com os especialistas a manifestarem esperança de que esta intervenção preventiva possa vir a reduzir, a longo prazo, as sequelas respiratórias, como a sibilância recorrente e eventuais casos de asma nas crianças imunizadas.</p>
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		<item>
		<title>Estudo destaca impacto da dinâmica familiar no sucesso da ortodontia pediátrica</title>
		<link>https://mypediatria.pt/atualidade/estudo-destaca-impacto-da-dinamica-familiar-no-sucesso-da-ortodontia-pediatrica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 09:20:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A qualidade da relação entre pais e filhos pode influenciar a adesão de crianças e adolescentes ao tratamento ortodôntico com alinhadores transparentes. A conclusão resulta de um estudo publicado no American Journal of Orthodontics and Dentofacial Orthopedics, que avaliou 124 doentes entre os seis e os 18 anos. Os investigadores analisaram a relação parental através [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A qualidade da relação entre pais e filhos pode influenciar a adesão de crianças e adolescentes ao tratamento ortodôntico com alinhadores transparentes. A conclusão resulta de um estudo publicado no American Journal of Orthodontics and Dentofacial Orthopedics, que avaliou 124 doentes entre os seis e os 18 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os investigadores analisaram a relação parental através da Child-Parent Relationship Scale e cruzaram os resultados com oito indicadores de adesão ao tratamento. Não foram encontradas diferenças significativas associadas a características sociodemográficas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados revelaram que uma maior proximidade e menor nível de conflito entre pais e filhos estavam associadas a melhores níveis de cumprimento terapêutico, embora a correlação tenha sido considerada modesta. As associações mais evidentes verificaram-se na limpeza dos alinhadores e na sua substituição atempada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As crianças e adolescentes com relações mais próximas dos pais apresentaram uma probabilidade 2,2 vezes superior de alcançar melhor adesão global ao tratamento. Em contrapartida, níveis elevados de conflito reduziram significativamente essa probabilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os autores defendem que a avaliação prévia da relação pais-filhos poderá fornecer informação útil para o planeamento terapêutico e para estratégias personalizadas de promoção da adesão em ortodontia pediátrica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/41848440/">aqui</a>.</p>
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		<item>
		<title>Europa aprova o primeiro medicamento para crianças com UCE</title>
		<link>https://mypediatria.pt/atualidade/aprovada-nova-opcao-terapeutica-para-a-urticaria-cronica-espontanea-em-idade-pediatrica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 08:40:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão Europeia aprovou uma terapêutica biológica, direcionada para o tratamento da urticária crónica espontânea (UCE) em idade pediátrica. A indicação abrange crianças dos dois aos 11 anos com doença moderada a grave, cuja sintomatologia não está adequadamente controlada com anti-histamínicos H1 e que não receberam previamente terapêutica anti-IgE para esta patologia. A decisão baseia-se [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A Comissão Europeia aprovou uma terapêutica biológica, direcionada para o tratamento da urticária crónica espontânea (UCE) em idade pediátrica. A indicação abrange crianças dos dois aos 11 anos com doença moderada a grave, cuja sintomatologia não está adequadamente controlada com anti-histamínicos H1 e que não receberam previamente terapêutica anti-IgE para esta patologia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão baseia-se em evidência proveniente do programa de desenvolvimento clínico LIBERTY-CUPID, incluindo dois ensaios de fase 3 em crianças dos seis aos 11 anos (NCT04180488), bem como o estudo de fase 3 CUPIDKids, que incluiu crianças dos dois aos 11 anos com UCE (NCT05526521).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados dos ensaios clínicos evidenciaram que o dupilumab proporcionou uma redução significativa da atividade da urticária, avaliada através de um índice composto de prurido e número de pápulas, bem como das medidas individuais de gravidade destes sintomas, quando comparado com placebo na semana 24. Observou-se ainda um aumento relevante da proporção de doentes com doença bem controlada e com resposta completa no mesmo período.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;As opções de tratamento anteriores para crianças pequenas com UCE deixaram muitos doentes com a doença descontrolada, onde o aparecimento imprevisível de prurido e da urticária continuava a perturbar as suas rotinas diárias”, afirma Alyssa Johnsen, Global Therapeutic Area Head, Immunology Development na Sanofi. <br><br>Relativamente à segurança, os resultados obtidos mostraram-se globalmente consistentes com o perfil de segurança já estabelecido do dupilumab nas suas indicações dermatológicas aprovadas. As reações adversas mais frequentemente reportadas incluíram reações no local de injeção, conjuntivite (incluindo conjuntivite alérgica), artralgia, herpes oral e eosinofilia. Foram também descritas outras reações no local de administração, como induração, dermatite, equimose ou hematoma, em adultos e adolescentes com UCE. Entre os eventos adversos mais comuns (≥5%) observados com dupilumab, em comparação com placebo, destacou-se a COVID-19. Nos doentes pediátricos entre os dois e os 11 anos, o perfil de segurança revelou-se, de forma geral, consistente com o observado em adultos e adolescentes tratados para a mesma condição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo&nbsp;George D. Yancopoulos,&nbsp;<em>Board co-chair, president and chief scientific officer</em>&nbsp;da Regeneron<em>,</em>&nbsp;este é&nbsp;&#8220;o medicamento inovador baseado em anticorpos mais amplamente utilizado no mundo, e esta quarta aprovação para crianças pequenas com doenças crónicas, causadas em parte pela inflamação do tipo 2, traz a sua eficácia comprovada e perfil de segurança a longo prazo para mais uma população vulnerável que necessita&#8221;.&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>PHDA: guia clínico reúne estratégias de diagnóstico, tratamento e acompanhamento</title>
		<link>https://mypediatria.pt/atualidade/phda-novo-guia-clinico-reune-estrategias-de-diagnostico-tratamento-e-acompanhamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 09:07:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Perturbação de Hiperatividade e Défice de Atenção (PHDA) afeta cerca de 6% das crianças e adolescentes. Para ajudar a desmistificar esta condição, os especialistas&#160; Cláudia Alfaiate, diretora clínica, Crescer Melhor, José Boavida, pediatra de neurodesenvolvimento, Margarida Almeida, psicóloga, e elaboraram o livro “Compreender a PHDA”. A obra oferece estratégias práticas e explicações sobre como [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Perturbação de Hiperatividade e Défice de Atenção (PHDA) afeta cerca de 6% das crianças e adolescentes. Para ajudar a desmistificar esta condição, os especialistas&nbsp; Cláudia Alfaiate, diretora clínica, Crescer Melhor, José Boavida, pediatra de neurodesenvolvimento, Margarida Almeida, psicóloga, e elaboraram o livro “Compreender a PHDA”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A obra oferece estratégias práticas e explicações sobre como a patologia se manifesta em várias idades. O diagnóstico da PHDA é descrito como um processo complexo que exige a presença de sintomas prolongados com impacto na escola, no trabalho ou nas relações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O desafio do diagnóstico precoce</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A sinalização precoce é considerada o ponto de viragem no desenvolvimento de crianças e jovens que têm dificuldade em manter a atenção ou controlar impulsos. Segundo a nota introdutória da obra, muitos sintomas podem ser confundidos com comportamentos normais, o que torna o diagnóstico clínico um desafio para os profissionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A PHDA é uma situação clínica que afeta 7-10% das crianças e adolescentes e 4% dos adultos em situação crónica”, afirma Luís Borges, neuropediatra e fundador do Centro de Desenvolvimento da Criança do Hospital Pediátrico da Unidade Local de Saúde de Coimbra.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Conteúdos e abordagem clínica</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O guia clínico aborda temas fundamentais para o acompanhamento destes doentes, desde as causas e manifestações da PHDA até aos aspetos cruciais da avaliação e diagnóstico. A obra explora ainda as opções terapêuticas, os fármacos mais utilizados, bem como a evolução e o prognóstico da perturbação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta ferramenta destina-se a profissionais da área da saúde, educadores e pais, procurando promover uma mudança de paradigma na compreensão desta forma diferente de observar e vivenciar o mundo<strong>.</strong></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="264" height="400" src="https://mypediatria.pt/wp-content/uploads/2026/06/2-264x400.jpg" alt="" class="wp-image-214441" srcset="https://mypediatria.pt/wp-content/uploads/2026/06/2-264x400.jpg 264w, https://mypediatria.pt/wp-content/uploads/2026/06/2-198x300.jpg 198w, https://mypediatria.pt/wp-content/uploads/2026/06/2.jpg 675w" sizes="(max-width: 264px) 100vw, 264px" /></figure>
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			</item>
		<item>
		<title>Estudo alerta para progressão silenciosa da fibrose cística na infância</title>
		<link>https://mypediatria.pt/atualidade/estudo-alerta-para-progressao-silenciosa-da-fibrose-cistica-na-infancia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 11:09:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo da Unidade de Pneumologia Pediátrica do Instituto da Criança e do Adolescente do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (ICrHCFM-FMUSP), publicado na revista Respiratory Research &#38; Clinical Practice, indica que mais de 90% das crianças com fibrose cística já apresentam alterações estruturais nos pulmões antes dos três [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Um estudo da Unidade de Pneumologia Pediátrica do Instituto da Criança e do Adolescente do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (ICrHCFM-FMUSP), publicado na revista <em>Respiratory Research &amp; Clinical Practice</em>, indica que mais de 90% das crianças com fibrose cística já apresentam alterações estruturais nos pulmões antes dos três anos de idade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados reforçam a necessidade de diagnóstico precoce e de acesso atempado a terapêuticas capazes de travar a progressão silenciosa da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O chefe da Unidade de Pneumologia Pediátrica do ICrHCFM-FMUSP, Luiz Vicente Ribeiro Ferreira da Silva Filho, explica que a fibrose cística é uma doença genética caracterizada por secreções mais espessas, com impacto no sistema respiratório, digestivo e reprodutor. Apesar de identificada através do teste do pezinho, pode evoluir de forma progressiva mesmo sob vigilância clínica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O especialista sublinha o papel dos moduladores da proteína CFTR, fármacos que atuam diretamente no defeito molecular da doença e que podem retardar o desenvolvimento de lesões pulmonares quando iniciados precocemente. A utilização atempada destes medicamentos associa-se ainda a melhor função pancreática e menor carga de cuidados diários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A principal barreira continua a ser o elevado custo destas terapêuticas, o que limita o acesso no sistema público. O investigador defende estratégias que permitam reduzir o preço e ampliar a disponibilização, considerando o potencial impacto na qualidade de vida e na evolução clínica das crianças.</p>
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		<title>Apetite emocional na infância associado a maior risco cardiometabólico</title>
		<link>https://mypediatria.pt/atualidade/apetite-emocional-na-infancia-associado-a-maior-risco-cardiometabolico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 11:06:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP) concluiu que crianças com ingestão alimentar “emocional” apresentam, no início da adolescência, piores indicadores de saúde cardiometabólica, incluindo níveis elevados de triglicerídeos, pressão arterial aumentada, resistência à insulina e maior perímetro abdominal. A investigação analisou a evolução dos comportamentos alimentares entre os sete e [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Um estudo da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP) concluiu que crianças com ingestão alimentar “emocional” apresentam, no início da adolescência, piores indicadores de saúde cardiometabólica, incluindo níveis elevados de triglicerídeos, pressão arterial aumentada, resistência à insulina e maior perímetro abdominal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação analisou a evolução dos comportamentos alimentares entre os sete e os 13 anos, relacionando-os com fatores socioeconómicos, hábitos maternos durante a gravidez e índice de massa corporal. Segundo a investigadora Alexandra Costa, doutorada em Saúde Pública e autora principal do estudo, “os determinantes do ambiente alimentar estão relacionados com o apetite e têm impacto na saúde cardiometabólica”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os investigadores identificaram dois perfis extremos: “apetite ávido” e “pouco apetite”. O primeiro associa-se a maior ingestão alimentar, insegurança alimentar, experiências adversas na infância e contextos socioeconómicos desfavoráveis, sendo mais frequente em filhos de mães mais jovens e com excesso de peso. Já o perfil de pouco apetite revelou melhor regulação alimentar e padrões nutricionais mais saudáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora sem expressão clínica de doença metabólica nesta idade, os autores alertam para o potencial aumento do risco futuro de obesidade e diabetes. O trabalho recorreu a dados das coortes BITWIN e Geração XXI.</p>
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		<title>FMUP lança curso de Nutrição Clínica para Médicos Hospitalares com inscrições abertas</title>
		<link>https://mypediatria.pt/atualidade/fmup-lanca-curso-de-nutricao-clinica-para-medicos-hospitalares-com-inscricoes-abertas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rita Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 12:02:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP) está com candidaturas abertas para o curso de formação contínua em Nutrição Clínica para Médicos Hospitalares. Esta especialização foi desenhada especificamente para responder aos desafios nutricionais complexos que os profissionais de saúde enfrentam diariamente no contexto hospitalar. O programa visa capacitar os médicos na avaliação do [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP) está com candidaturas abertas para o curso de formação contínua em Nutrição Clínica para Médicos Hospitalares. Esta especialização foi desenhada especificamente para responder aos desafios nutricionais complexos que os profissionais de saúde enfrentam diariamente no contexto hospitalar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O programa visa capacitar os médicos na avaliação do estado nutricional, na prescrição e monitorização de suporte nutricional, bem como na integração eficaz da intervenção nutricional nos planos terapêuticos globais dos doentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A formação é dirigida exclusivamente a licenciados ou detentores de Mestrado Integrado em Medicina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Trata-se de uma oportunidade crucial para médicos de diversas especialidades hospitalares que pretendam atualizar os seus conhecimentos, otimizar a abordagem terapêutica de doentes complexos e, consequentemente, melhorar a qualidade dos cuidados prestados nas suas respetivas unidades de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Contactos para suporte e informações adicionais&nbsp;<a href="https://fmuponline.med.up.pt/index.php/cursos/tipologias/unidades-de-formacao-continua/17-nutricao-clinica-para-medicos-hospitalares">aqui</a>.</p>
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		<title>Estudo nacional expõe variações na sensibilidade a ácaros e pólens em crianças </title>
		<link>https://mypediatria.pt/atualidade/estudo-nacional-expoe-variacoes-na-sensibilidade-a-acaros-e-polens-em-criancas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 09:50:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo multicêntrico realizado em hospitais pediátricos de Portugal identificou variações significativas nos padrões de sensibilização a ácaros e pólens em crianças, demonstrando que fatores regionais como clima, urbanização e vegetação influenciam as respostas alérgicas na população pediátrica portuguesa. A investigação, publicada na revista Allergologia et Immunopathologia, analisou dados de mais de mil doentes pediátricos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Um estudo multicêntrico realizado em hospitais pediátricos de Portugal identificou variações significativas nos padrões de sensibilização a ácaros e pólens em crianças, demonstrando que fatores regionais como clima, urbanização e vegetação influenciam as respostas alérgicas na população pediátrica portuguesa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação, publicada na revista <em>Allergologia et Immunopathologia</em>, analisou dados de mais de mil doentes pediátricos submetidos ao teste molecular <em>ImmunoCAP ISAC®</em>, um método avançado que identifica sensibilização a componentes alergénicos específicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados mostraram que a sensibilização a ácaros domésticos foi observada em cerca de 64% das crianças, com predomínio de reagentes aos principais alérgenos como <em>Der p 1</em>, <em>Der p 2</em> e <em>Der p 23</em>. A urbanização e a residência em zonas costeiras associaram‑se a um risco mais elevado de sensibilização a certas espécies de ácaros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os pólens afetaram aproximadamente 57% dos participantes, com os pólens de gramíneas, como <em>Phl p 1</em>, sendo os mais frequentes. As regiões interiores com vegetação mais diversificada revelaram maior prevalência de sensibilização a determinados pólens, como o pólen de oliveira (<em>Ole e 1</em>). Já a sensibilização ao pólen de bétula (<em>Bet v 1</em>) esteve relacionada com fenómenos de alergia alimentar em alguns casos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os investigadores destacam que estas variações regionais realçam a necessidade de estratégias clínicas mais personalizadas, ajustadas ao perfil ambiental e alérgico de cada zona geográfica, em vez de abordagens uniformes a nível nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo também sublinha a importância de considerar alterações climáticas e fluxos migratórios na evolução dos padrões de alergia, sugerindo que fatores ambientais e sociais estão a moldar o panorama das sensibilizações em crianças portuguesas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia a investigação <a href="https://www.all-imm.com/index.php/aei/article/view/1582">aqui</a>.</p>
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		<title>Nova evidência sobre alergias pediátricas em Portugal: influências geográficas nos padrões de sensibilização </title>
		<link>https://mypediatria.pt/atualidade/nova-evidencia-sobre-alergias-pediatricas-em-portugal-influencias-geograficas-nos-padroes-de-sensibilizacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 09:48:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo multicêntrico, realizado em 14 hospitais portugueses, traçou um retrato abrangente das alergias em crianças e adolescentes em Portugal, evidenciando uma elevada prevalência de sensibilização a alergénios inalantes, bem como as diferenças relevantes entre regiões do país. A investigação, que analisou dados de 3456 doentes com menos de 18 anos entre janeiro de 2021 [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Um estudo multicêntrico, realizado em 14 hospitais portugueses, traçou um retrato abrangente das alergias em crianças e adolescentes em Portugal, evidenciando uma elevada prevalência de sensibilização a alergénios inalantes, bem como as diferenças relevantes entre regiões do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação, que analisou dados de 3456 doentes com menos de 18 anos entre janeiro de 2021 e junho de 2023, confirma que a rinite alérgica e a asma continuam a ser as doenças alérgicas mais comuns na população pediátrica. Segundo os resultados, 78,1% das crianças apresentavam rinite alérgica e 54,5% asma, sendo que cerca de 43,1% sofriam de ambas as condições em simultâneo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os testes cutâneos (<em>skin prick tests</em>), realizados de acordo com as recomendações europeias, revelaram que os ácaros do pó doméstico são os principais responsáveis pela sensibilização alérgica. Em particular, destacam-se o <em>Dermatophagoides pteronyssinus</em> (84,3%) e o <em>Dermatophagoides farinae</em> (74,3%). Outros alergénios frequentes incluem pólenes de gramíneas (60,4%), o ácaro <em>Lepidoglyphus destructor</em> (57,8%) e <em>Blomia tropicalis</em> (23,5%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos dados mais relevantes do estudo é a elevada taxa de polissensibilização que foi observada em 58,4% dos participantes. Este fenómeno, segundo os autores, pode complicar o diagnóstico e exigir abordagens clínicas mais individualizadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A análise revelou ainda diferenças geográficas significativas: nas regiões costeiras, a sensibilização a ácaros do pó doméstico é predominante, enquanto no interior do país são mais comuns as alergias a pólenes, fungos e epitélios de animais. Estas variações sugerem que fatores ambientais desempenham um papel importante no desenvolvimento das alergias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro dado interessante prende-se com as crianças migrantes, que representaram 14,2% da amostra. Apesar de apresentarem uma carga de doença semelhante às restantes, demonstraram taxas de sensibilização mais baixas à maioria dos alergénios estudados, um resultado que levanta novas questões sobre fatores genéticos, ambientais e de exposição precoce.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os autores sublinham que este é o primeiro estudo multicêntrico em Portugal a caracterizar de forma detalhada os padrões de sensibilização alérgica na população pediátrica. Os resultados reforçam a importância de estratégias de diagnóstico adaptadas ao perfil individual e à região geográfica, mantendo os testes cutâneos como ferramenta essencial na avaliação inicial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia o estudo completo <a href="https://www.actamedicaportuguesa.com/revista/index.php/amp/article/view/23882">aqui</a>.</p>
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