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	<title>bebés prematuros Archives - My Pediatria</title>
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	<description>Plataforma multimédia dirigida à comunidade médica da área da Pediatria e outros profissionais de saúde envolvidos no tratamento das doenças pediátricas.</description>
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		<title>Flora intestinal dos bebés prematuros determinada dentro do útero</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2020 08:49:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Investigadores do Centro de investigação em Tecnologias e Serviços de Saúde (CINTESIS), no Porto, concluíram, com base num estudo longitudinal, que o microbiota dos bebés prematuros pode ser determinado dentro do útero materno, independentemente do tipo de parto. O&#160;estudo, desenvolvido em colaboração com investigadoras da Nova Medical School da Universidade Nova de Lisboa (NOVA-UNL), extraiu [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Investigadores do Centro de investigação em Tecnologias e Serviços de Saúde (CINTESIS), no Porto, concluíram, com base num estudo longitudinal, que o microbiota dos bebés prematuros pode ser determinado dentro do útero materno, independentemente do tipo de parto.</p>
<p><span id="more-212637"></span></p>
<div class="itemBody">
<div class="itemFullText">
<p>O&nbsp;<a href="https://www.tandfonline.com/doi/full/10.1080/19490976.2020.1785804" target="_blank" rel="noopener">estudo</a>, desenvolvido em colaboração com investigadoras da Nova Medical School da Universidade Nova de Lisboa (NOVA-UNL), extraiu amostras de ADN de bactérias do mecónio [primeira matéria fecal eliminada após o nascimento] de cerca de uma centena de recém-nascidos, tanto prematuros extremos (nascidos antes das 28 semanas de gestação), como prematuros (nascidos entre as 28 e 32 semanas de gestação).</p>
<p>Publicado no jornal científico&nbsp;<em>Gut Microbes</em>, o trabalho tinha como objetivo determinar a relação entre o microbiota intestinal da mãe e o mecónio de bebes prematuros, sendo que o mecónio constitui “uma fonte de informação muito útil, pois reflete o ambiente microbiano dentro do útero”.</p>
<p>De acordo com o CINTESIS, os resultados mostram que o mecónio dos recém-nascidos muito prematuros tem uma “maior correlação com o microbiota materno” e mais&nbsp;<em>Lactobacillus</em>, isto é, o principal género de bactérias encontrado no microbiota vaginal, “independentemente do tipo de parto”.</p>
<p>Os autores do trabalho afirmam que os dados “permitem sustentar que as bactérias maternas, quer do intestino quer da vagina, têm um papel na modulação do microbiota dos bebés e que a transmissão materno-fetal de bactérias é um processo controlado e específico no tempo”.</p>
<p>Os investigadores salientam ainda que o tipo de bactérias presentes no trato gastrointestinal dos recém-nascidos pode influenciar “significativamente” o desenvolvimento do sistema imune e “ter consequências importantes em termos de saúde”, particularmente nos bebés prematuros, dada a sua “imaturidade e vulnerabilidade”.</p>
<p>Ainda que se saiba que o microbiota da mãe pode influenciar a composição das bactérias que vivem no intestino dos recém-nascidos, não são ainda “completamente conhecidos” os mecanismos fisiológicos e moleculares dessa transmissão, sendo por isso necessário “aprofundar os estudos nessa área”. Para os investigadores, “é importante perceber como este fenómeno acontece para otimizar a saúde das grávidas”.</p>
<p>“Compreender o papel do ambiente intrauterino no microbiota fetal é essencial para o estabelecimento de intervenções clínicas, tais como alimentação materna, a exposição a antibióticos, probióticos e prebióticos ou mesmo transplante fecal”, salientam.</p>
<p>Além de investigadores do CINTESIS e da Nova Medical School, o estudo, desenvolvido no âmbito de uma bolsa atribuída pela Sociedade Portuguesa de Neonatologia e financiado pelo programa Compete 2020, conta ainda com a participação de investigadores do Centro Hospitalar Universitário de Lisboa Central/Maternidade Dr. Alfredo da Costa.</p>
<p><span style="font-size: 8pt;">Fonte: Lusa</span></p>
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		<title>Células estaminais do sangue do cordão umbilical melhoram função respiratória em bebés prematuros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Dec 2019 18:11:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[bebés prematuros]]></category>
		<category><![CDATA[células estaminais]]></category>
		<category><![CDATA[cordão umbilical]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo um estudo publicado na revista científica&#160;Stem Cells Translational Medicine, a administração autóloga de células estaminais de sangue do cordão umbilical em bebés prematuros pode auxiliar na prevenção de complicações associadas à prematuridade, devido às suas propriedades regenerativas, anti-inflamatórias e imunomoduladoras, auxiliando particularmente na função respiratória. Todos os 31 bebés incluídos no estudo receberam os [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo um estudo publicado na revista científica&nbsp;<em>Stem Cells Translational Medicine</em>, a administração autóloga de células estaminais de sangue do cordão umbilical em bebés prematuros pode auxiliar na prevenção de complicações associadas à prematuridade, devido às suas propriedades regenerativas, anti-inflamatórias e imunomoduladoras, auxiliando particularmente na função respiratória.</p>
<p><span id="more-212474"></span></p>
<p>Todos os 31 bebés incluídos no estudo receberam os cuidados habituais na unidade de Neonatologia. Destes, 15 receberam células estaminais do seu sangue do cordão umbilical, em média 7 horas após o nascimento, enquanto os outros 16 receberam uma solução salina, placebo.</p>
<p>Ainda que a diferença não tenha sido estatisticamente significativa, registaram-se menos complicações nos bebés que receberam células estaminais. Os investigadores concluíram também que se deu redução significativa do tempo de suporte respiratório de que estes bebés necessitaram, relativamente aos que receberam placebo. Se os bebés que receberam as suas células estaminais necessitaram de ventilação mecânica e oxigénio, em média durante 3 e 5 dias, os bebés que receberam placebo precisaram de suporte respiratório o dobro do tempo.</p>
<p>De acordo com os autores do estudo, o facto de serem células do próprio bebé, pouco manipuladas e sem adição de químicos, contribuiu para a segurança do tratamento.</p>
<p>Anualmente, estima-se que nasçam cerca de 15 milhões de bebés prematuros a nível mundial. Estes podem vir a sofrer várias complicações, principalmente por o desenvolvimento dos diferentes órgãos ficar comprometido, apesar da evolução dos cuidados neonatais. O cérebro e os pulmões são dois dos órgãos mais afetados, podendo alguns prematuros sofrer sequelas para toda a vida.</p>
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