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	<title>diabetes Archives - My Pediatria</title>
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	<description>Plataforma multimédia dirigida à comunidade médica da área da Pediatria e outros profissionais de saúde envolvidos no tratamento das doenças pediátricas.</description>
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	<title>diabetes Archives - My Pediatria</title>
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		<title>&#8220;A insulina oferece a possibilidade de viver com qualidade de vida, até a cura ser descoberta&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Aug 2021 11:04:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[insulina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No âmbito da sessão&#160;“Insulina: 100 anos a salvar vidas!’’, que celebra a descoberta centenária da insulina, o Dr. Hélder Martins, presidente da Associação Mellitus Criança, e membro do conselho fiscal da Plataforma Saúde em Diálogo, em entrevista à My Pediatria, dissertou sobre a inovação dos cuidados de saúde ao doente com diabetes, sobre o papel [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No âmbito da sessão&nbsp;“Insulina: 100 anos a salvar vidas!’’, que celebra a descoberta centenária da insulina, o <strong>Dr. Hélder Martins</strong>, presidente da Associação Mellitus Criança, e membro do conselho fiscal da Plataforma Saúde em Diálogo, em entrevista à My Pediatria, dissertou sobre a inovação dos cuidados de saúde ao doente com diabetes, sobre o papel do farmacêutico nestes cuidados, e sobre a literacia adjacente à patologia.</p>
<p><span id="more-212930"></span></p>
<p><strong>My Pediatria (MP) | Nestes cem anos de vida, que inovações destaca no que toca a insulina e o tratamento da pessoa com diabetes?</strong></p>
<p><strong>Dr. Hélder Martins (HM) |</strong> A descoberta da insulina foi um marco impactante e revolucionário na vida das pessoas que vivem com diabetes. Até à sua descoberta, há 100 anos, não havia esperança de vida, a pessoa quando diagnosticada com diabetes sabia à partida que não tinha muito tempo de vida. Esta era a dura realidade. O “tratamento” era basicamente ao nível de restrições alimentares muito rígidas que apenas iriam prolongar o inevitável. As pessoas faleciam com esta patologia, era um dado adquirido, não havia cura nem tratamento.</p>
<p>Com a descoberta da insulina a 27 de julho de 1921 e com a primeira administração em humanos, em janeiro de 1922, os resultados obtidos permitiram trazer às pessoas uma esperança e uma melhoria significativa na sua qualidade de vida.</p>
<p>Com base na constante pesquisa e no acreditar que poderia haver melhorias no seu tratamento foi possível inovar. Hoje em dia, por exemplo, temos insulinas lentas, insulinas de ação intermédia, insulinas rápidas e ultrarrápidas. Com estas inovações, as pessoas com diabetes, principalmente as que têm diabetes <em>mellitus</em> tipo 1 (insulinodependentes), podem ter uma vida perfeitamente normal, não existindo restrições alimentares ou outras limitações. No entanto e como qualquer outra pessoa, é aconselhável optar por uma alimentação saudável e equilibrada, e sim podem comer doces, ir a festas e viver a vida.</p>
<p>O nosso pâncreas está constantemente a produzir insulina, chamamos insulina basal e nas pessoas com diabetes, a insulina lenta simula a insulina basal, que o nosso organismo produz para viver, por norma dura 24 horas no organismo e tem de ser sempre administrada à mesma hora e todos os dias. Existe outro tipo com menos duração, por exemplo, a insulina intermédia que tem efeito durante 12 horas, logo tem de ser administrada duas vezes ao dia, sempre à mesma hora. As insulinas rápidas e ultrarrápidas deverão ser administradas antes das refeições para fazer face aos hidratos de carbono que são ingeridos, os tipos de insulina são diferentes entre si devido ao início de atuação, sendo que, por norma, uma insulina rápida começa a fazer efeito entre 15 a 20 minutos após ser administrada e as ultrarrápidas começam a fazer efeito entre 10 a 15 minutos.</p>
<p>A inovação não se fez apenas ao nível da insulina, mas também ao nível da sua administração e ao nível da monitorização dos valores de glicémia. Antigamente, era administrada através de injeções, nos dias de hoje, temos as canetas de insulina, o sistema de perfusão subcutânea contínua de insulina (bombas de insulina) e os chamados pâncreas artificiais que evitam, em situações normais, as injeções de insulina. Com as bombas de insulina, as pessoas têm muito mais liberdade, existindo estudos que indicam que melhoram os níveis de glicémia e hemoglobina A1c. Relativamente à monitorização, antigamente os valores de glicémia eram verificados através da urina, e por isso, pouco precisos, posteriormente o controlo passou a ser feito no sangue, mas era necessária uma grande quantidade de sangue para determinar estes valores, levando a que o tempo de espera pelos resultados fosse bastante elevado. No presente, é apenas necessária uma pequena gota de sangue (teste glicémico) e os resultados são obtidos ao fim de 5 segundos. Recentemente surgiu uma nova tecnologia, a monitorização flash, que evita os testes glicémicos, uma vez que os valores são medidos no líquido intersticial. Com este sistema evitamos, em situações normais, as picadas nos dedos e conseguimos também averiguar as tendências glicémicas.</p>
<p>É ainda necessário inovar ao nível da prevenção e da informação para desmistificar a diabetes <em>mellitus</em> na sociedade, é preciso colocar este tema na ordem do dia, esse papel passa pelo Estado e pelas Associações, que devem manter a chama viva e nunca desistir.</p>
<p>Em 100 anos evoluímos muito no tratamento e na monitorização da diabetes, temos uma boa literacia nesta área e, hoje em dia, uma pessoa com diabetes tem uma vida completamente normal, com menos preconceitos e mais qualidade. Podemos mesmo afirmar que a maior inovação da insulina foi dar vida e esperança às pessoas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>MP | Qual tem sido o papel das associações de doentes no que toca a garantia do acesso universal à insulina?</strong><strong>&nbsp;</strong></p>
<p><strong>HM |</strong> Em primeiro lugar, é nosso dever alertar e desmistificar a população para o facto de a insulina não ser a cura para as pessoas com diabetes, em especial na diabetes <em>mellitus</em> tipo1. A insulina oferece a possibilidade de estar vivo, com qualidade de vida, até a cura ser descoberta.&nbsp;</p>
<p>O papel das Associações tem sido fundamental na garantia do acesso à insulina, como sabemos a insulina é comparticipada a 100% pelo estado português e isso ficou a dever-se e muito à APDP (Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal) e à vontade do Governo português. Noutros países, a insulina não é comparticipada, por causa disso existem casos de situações bem graves que levaram à morte de cidadãos desses mesmos países. Em pleno século XXI, 100 anos após a sua descoberta, é inaceitável que alguém morra por falta de insulina. Em Portugal, a situação é diferente para melhor, e um dos objetivos das Associações é que a insulina continue a ser gratuita para todos, pois é um bem essencial à vida. Sem insulina não existe sobrevivência.</p>
<p>As Associações devem continuar a garantir que a insulina esteja acessível a todos no território nacional e ilhas, mas também garantir que todos estejam no mesmo patamar, quer a nível de cuidados de saúde, quer de informação e educação. Desmistificar a diabetes na sociedade, principalmente na comunidade escolar, em todos os ciclos, é muito importante e imprescindível.</p>
<p>O papel das Associações de pessoas com diabetes passa também pela sensibilização da população a importância da prevenção e da desmistificação da diabetes em Portugal.</p>
<p>A nossa missão passa ainda por informar o Governo dos custos associados ao facto de a diabetes continuar a não ser uma prioridade em termos de saúde pública. É fundamental que se promova uma campanha para colocar a diabetes na ordem do dia, de forma a prevenir e reduzir custos desnecessários associados a complicações por doença não controlada, que resultam em internamentos e amputações. É importante todos sabermos quais são as complicações que advém de uma diabetes não controlada, principalmente junto dos jovens com diabetes e dos pais, cujos filhos foram recentemente diagnosticados com diabetes <em>mellitus</em> tipo 1. Não podemos nem devemos esconder que a diabetes tem uma prevalência muito significativa em Portugal e, infelizmente, a tendência é de subida, fruto do estilo de vida, sedentarismo e alimentação que fazemos. Acreditamos que promover estilos de vida saudáveis, mudar mentalidades (mesmo que enraizadas), alterar costumes e incentivar a prática do exercício físico são os desafios para garantirmos melhores resultados em relação à diabetes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><strong>MP | </strong>E qual o papel do farmacêutico, no que toca a investigação e a melhoria dos cuidados de saúde associados à diabetes?</strong></p>
<p><strong>HM |</strong> O papel do farmacêutico no que toca à investigação tem sido preponderante na melhoria da qualidade de vida das pessoas com diabetes. Como referido anteriormente, nos últimos anos, existiram avanços significativos em relação às insulinas, ao seu tempo de ação e duração. Avanços importantes em aparelhos que medem e monitorizam os valores de glicémia, bem como ao nível da administração da própria insulina. É de louvar que continue a existir investigação para que a vida das pessoas com diabetes seja o mais normal e natural possível. Não esquecendo as pessoas que vivem a diabetes, como os pais e familiares, também eles beneficiam de ter acesso a estes desenvolvimentos. Toda esta investigação afeta positivamente a melhoria dos cuidados de saúde associados à diabetes, uma vez que a diabetes é uma patologia que tem de ser monitorizada e controlada regularmente durante toda a vida.</p>
<p>Para além disso, pela confiança e pela proximidade que as farmácias e os farmacêuticos têm com a população, estes também desempenham um papel muito importante na promoção da literacia sobre a doença, prestando aconselhamento sobre os estilos de vida a adotar, nomeadamente em termos de alimentação saudável e prática de atividade física regular, mas também na identificação precoce de pessoas com risco de desenvolver diabetes. Os farmacêuticos assumem um papel deveras importante ao apoiarem os doentes com diabetes (e os seus familiares) na gestão da doença através da medição de parâmetros, do apoio na gestão da medicação e no aconselhando em visitar um médico sempre que necessário.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><strong>MP | </strong>Considera que existe uma boa literacia em saúde para a prevenção e a gestão da diabetes?</strong></p>
<p><strong>HM |</strong> Acreditamos que existem já boas fontes de informação sobre prevenção e gestão da diabetes, contudo estas necessitam de ser mais divulgadas e estar também mais acessíveis à população. Saber utilizar a boa informação que se vai produzindo sobre o tema e ajudar a divulgá-la é uma das ferramentas que temos em nosso poder para prevenir e combater a diabetes, bem como desmitificar as ideias pré-concebidas que perduram na sociedade. Temos de ter uma posição ativa enquanto cidadãos no que toca a esta patologia, pois a diabetes exige, por parte de todos os intervenientes, uma aprendizagem diária e um acompanhamento constante para que o seu controlo / tratamento seja o mais eficaz.</p>
<p>É fundamental que sejam dinamizadas campanhas de informação para a prevenção da diabetes direcionadas e adaptadas a todas as faixas etárias, uma vez que o estilo de vida e os hábitos alimentares de hoje, o número de jovens e jovens adultos com diabetes <em>mellitus</em> tipo 2, associada diretamente a estilos de vida, tem vindo a aumentar e isso pode ser evitado. Existem cada vez mais casos de diabetes em jovens, o que seria impensável há uns anos atrás. Portanto, é fulcral promover a literacia em saúde para a prevenção da diabetes, quer nas escolas, nas empresas, mas também nos lares de idosos, através de ações de sensibilização, aqui o papel das Associações de Pessoas com Doença é fundamental e imprescindível.</p>
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		<title>APDP: é importante vacinar os jovens com mais de 12 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Aug 2021 08:36:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[APDP]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal (APDP) reforça a importância da vacinação contra a COVID-19 para todos os jovens que estejam compreendidos na faixa etária dos 12 e os 15 anos. A associação identifica a vacinação dos jovens com diabetes como um fator prioritário, mas refere que o processo deve ser alargado a todos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal (APDP) reforça a importância da vacinação contra a COVID-19 para todos os jovens que estejam compreendidos na faixa etária dos 12 e os 15 anos.</p>
<p><span id="more-212922"></span></p>
<p>A associação identifica a vacinação dos jovens com diabetes como um fator prioritário, mas refere que o processo deve ser alargado a todos os jovens e sem necessidade de prescrição médica.</p>
<p>“Congratulamo-nos por estarem aprovados para serem vacinados os jovens com diabetes, contudo salientamos que não nos revemos nesta discriminação positiva que atualmente se perspetiva. Outras crianças e respetivos tutores, que façam parte de um círculo mais próximo, tal como irmãos ou colegas de escola deverão poder escolher, se querem ou não ser vacinados. Se elas são boas para quem tem comorbilidade, também o serão para quem as não tem. Esta escolha, deverá ser uma opção familiar, ouvido o ou a jovem, não havendo por isso necessidade de ser apresentada uma prescrição médica. E se essa opção for de vacinação deve ter todo o nosso apoio. Não colaboraremos na criação de dúvidas ou descredibilização das vacinas”, afirma o presidente da APDP, Dr. José Manuel Boavida.</p>
<p>O diretor clínico da APDP, Dr. João Filipe Raposo, afirma que a “vacinação generalizada é uma ferramenta essencial para ajudar no controlo da pandemia. O Centro de Controlo e Prevenção de Doenças e a Agência Europeia de Medicamentos concluíram que os benefícios da vacina em jovens entre os 12 e os 15 anos ultrapassam os eventuais riscos associados. Neste grupo etário, a eficácia e os efeitos secundários das vacinas parecem ser similares aos do grupo de maiores de 16 anos”.</p>
<p>Segundo a Direção-Geral da Saúde, a vacinação de adolescentes a partir dos 12 anos apenas poderá ser feita mediante a apresentação de prescrição médica.</p>
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		<item>
		<title>SPEDP promove concurso para crianças com diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Jun 2021 08:59:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para assinalar o Dia Mundial da Criança, celebrado no início do mês de junho, a Sociedade Portuguesa de Endocrinologia e Diabetologia Pediátrica (SPEDP) lançou o concurso “Diabetes com cor”. As participações decorrem até 15 de setembro.&#160; A iniciativa, que tem como principal objetivo alertar e sensibilizar para a diabetes&#160;mellitus&#160;tipo 1 (DM1) em idade pediátrica e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Para assinalar o Dia Mundial da Criança, celebrado no início do mês de junho, a Sociedade Portuguesa de Endocrinologia e Diabetologia Pediátrica (SPEDP) lançou o concurso “Diabetes com cor”. As participações decorrem até 15 de setembro.&nbsp;</p>
<p><span id="more-212886"></span></p>
<p>A iniciativa, que tem como principal objetivo alertar e sensibilizar para a diabetes&nbsp;<em>mellitus</em>&nbsp;tipo 1 (DM1) em idade pediátrica e desafiar as crianças com esta patologia a visitarem o seu imaginário e transpô-lo para o papel, é dirigida a todas as crianças com diabetes entre os 6 e os 10 anos de idade, residentes em Portugal.</p>
<p>A participação decorre até 15 de setembro e os vencedores vão ser anunciados na Reunião Anual da SPEDP.</p>
<p>A diabetes DM1 é uma das doenças crónicas mais frequentes em crianças e adolescentes e a sua incidência tem vindo a aumentar, particularmente nas crianças mais pequenas. Antes da descoberta da insulina, a esperança de vida destas crianças e jovens não ia além dos 2-3 anos. Com a descoberta da insulina, há cem anos, estas crianças e jovens viram esse número aumentar.</p>
<p>“Nos últimos 30 anos temos assistido a um grande progresso da tecnologia associada à diabetes que, sem dúvida, tem contribuído para melhorar a qualidade de vida e a sobrevida destas pessoas que vivem com diabetes desde tenra idade. Atualmente estas crianças e adolescentes conseguem ter uma vida normal igual aos seus pares, apenas com alguns cuidados adicionais”, afirmou a presidente da SPEDP, Dr.ª Teresa Borges.</p>
<p>Assim sendo, o concurso “Diabetes com cor” é uma forma de assinalar junto das crianças uma descoberta tão revolucionária como a insulina, além de promover uma maior literacia em saúde ao mesmo tempo que é valorizado o imaginário e a criatividade dos mais novos.</p>
<p>Para mais informação consulte o regulamento em: <a href="https://www.spedp.pt">www.spedp.pt</a>&nbsp;</p>
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		<title>DGS lança concurso sobre “A Diabetes e o Enfermeiro”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2020 08:48:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[DGS]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Escolas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Direção-Geral da Saúde (DGS), através do Programa Nacional para a Diabetes, promove um concurso nacional de realização de um vídeo pelas comunidades escolares, subordinado ao tema “A Diabetes e o Enfermeiro”. &#160;O objetivo é apelar à criatividade dos alunos, ao mesmo tempo que obtêm conhecimentos sobre a doença. De acordo com o organismo, a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Direção-Geral da Saúde (DGS), através do Programa Nacional para a Diabetes, promove um concurso nacional de realização de um vídeo pelas comunidades escolares, subordinado ao tema “A Diabetes e o Enfermeiro”. &nbsp;O objetivo é apelar à criatividade dos alunos, ao mesmo tempo que obtêm conhecimentos sobre a doença.</p>
<p><span id="more-212635"></span></p>
<p>De acordo com o organismo, a iniciativa passa por “envolver os alunos e pessoal docente e não docente na problemática ligada à diabetes, com o objetivo de evitar o aumento desta epidemia”.&nbsp;</p>
<p>O concurso terá como Júri Regional elementos designados pelos Coordenadores Regionais, ao passo que a seleção do Júri Nacional cabe ao Programa Nacional para a Diabetes.</p>
<p>Consulte o regulamento&nbsp;<a href="https://www.dgs.pt/em-destaque/dgs-lanca-concurso-subordinado-ao-tema-a-diabetes-e-o-enfermeiro-pdf.aspx" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
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		<item>
		<title>Vacinação antipneumocócica é recomendada a todos os adultos com diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2020 08:38:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[MOVA]]></category>
		<category><![CDATA[SPEDM]]></category>
		<category><![CDATA[vacinação antipneumocócica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Sociedade Portuguesa de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo (SPEDM) recomenda que os adultos com diabetes façam a vacinação antipneumocócica. Em concordância com a Direção-Geral da Saúde (DGS), a SPEDM considera que este grupo corre risco acrescido de contrair infeções graves e potencialmente fatais, como a sépsis, a meningite ou a pneumonia, e que por isso [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Sociedade Portuguesa de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo (SPEDM) recomenda que os adultos com diabetes façam a vacinação antipneumocócica. Em concordância com a Direção-Geral da Saúde (DGS), a SPEDM considera que este grupo corre risco acrescido de contrair infeções graves e potencialmente fatais, como a sépsis, a meningite ou a pneumonia, e que por isso deve ser vacinado.</p>
<p><span id="more-212615"></span></p>
<p>Os números são claros: uma pessoa com diabetes tem, no mínimo, duas vezes mais probabilidade de contrair pneumonia, e, em média, fica internado mais um dia do que um indivíduo que não sofra da doença. A mortalidade, nestes casos, também é superior.</p>
<p>A diabetes diminui as defesas do hospedeiro e cria condições para a infeção por bactérias como o pneumococo. A vacinação é a forma mais eficaz de prevenirmos esta e outras doenças graves e está agora recomendada pela SPEDM.</p>
<p>“Existe uma norma da DGS que recomenda a vacinação antipneumocócica a todos os adultos (idades superiores a 18 anos) pertencentes aos grupos de risco. É com enorme satisfação que assistimos ao reforço desta recomendação pela SPEDM a um grupo que nos é tão próximo. A prova de que vale a pena apostar na sensibilização e na divulgação de informação junto da comunidade, seja através da FPAD, ou do MOVA”, explica a Dr.ª Emiliana Querido, presidente Federação Portuguesa das Associações de Pessoas com Diabetes (FPAD), uma das 15 associações que integram o Movimento Doentes pela Vacinação (MOVA).</p>
<p>“É fundamental sensibilizar as pessoas. Dotá-las de conhecimento. Sabemos que nove em cada 10 adultos com mais de 50 anos não estão vacinados contra a pneumonia, e que a maioria não o faz por falta de aconselhamento médico. Trabalhamos, diariamente, para inverter esta tendência e contribuir para a melhoria da esperança e da qualidade de vida da população. Tomadas de posição como esta da SPEDM são excelentes notícias, fundamentais para a redução da mortalidade por doenças preveníveis por vacinação”, conclui a Dr.ª Isabel Saraiva, presidente da Respira e fundadora do MOVA.</p>
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		<title>FDA aprova liraglutido para o tratamento de diabetes tipo 2 em crianças e adolescentes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jul 2019 09:20:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[Novo Nordisk]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Novo Nordisk anunciou que a Food and Drug Administration (FDA) aprovou a extensão da indicação de liraglutido para baixar os níveis de glicemia no sangue, em conjunto com uma dieta equilibrada e a prática de atividade física, em crianças e adolescentes entre os 10 e aos 17 anos de idade com diabetes tipo 2. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Novo Nordisk anunciou que a <em>Food and Drug Administration</em> (FDA) aprovou a extensão da indicação de liraglutido para baixar os níveis de glicemia no sangue, em conjunto com uma dieta equilibrada e a prática de atividade física, em crianças e adolescentes entre os 10 e aos 17 anos de idade com diabetes tipo 2.</p>
<p><span id="more-212320"></span></p>
<p>Pela primeira vez em 19 anos existe uma nova opção de tratamento para esta faixa etária da população, sendo o liraglutido o primeiro agonista do recetor do peptídeo-1 semelhante ao glucagon (GLP-1) aprovado para crianças e adolescentes com diabetes tipo 2, além da metformina e da insulina.</p>
<p>A atualização é baseada nos resultados do estudo global ELLIPSE, o primeiro estudo de fase 3 concluído em mais de uma década em crianças e adolescentes com diabetes tipo 2.</p>
<p>Para mais informações, clique <a href="https://www.novonordisk-us.com/media/news-releases.html?122967" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
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		<title>CHL disponibiliza dispositivos que aumentam a autonomia e melhoram a qualidade de vida da pessoa com diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Jun 2019 16:13:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[CHL]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Centro Hospitalar de Leiria (CHL) é Centro de Tratamento de Diabetes com Dispositivos de Perfusão Subcutânea Contínua de Insulina, e até ao final do ano iniciará este tipo de tratamento a 48 utentes: 44 em utentes em idade pediátrica, dos dois aos 18 anos, e os restantes quatro em adultos. Os dispositivos de perfusão [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Centro Hospitalar de Leiria (CHL) é Centro de Tratamento de Diabetes com Dispositivos de Perfusão Subcutânea Contínua de Insulina, e até ao final do ano iniciará este tipo de tratamento a 48 utentes: 44 em utentes em idade pediátrica, dos dois aos 18 anos, e os restantes quatro em adultos. Os dispositivos de perfusão subcutânea contínua de insulina destinam-se a pessoas com diabetes mellitus tipo 1, e melhoram significativamente a qualidade de vida destes utentes. Os primeiros dispositivos foram colocados no decorrer do mês de maio.</p>
<p><span id="more-212298"></span></p>
<p>&nbsp;A Dr.ª Ester Gama, pediatra do CHL, explica que “esperávamos há muito e com grande expectativa poder disponibilizar este tipo de tratamento aos nossos utentes. Facilita o dia-a-dia, e as famílias ficaram muito contentes quando lhes dissemos que íamos poder iniciar o tratamento com estes dispositivos. No caso das crianças, além de permitir administrar doses de insulina mais baixas relativamente ao tratamento com canetas de insulina, adequando-as ao seu peso, permite mais liberdade porque evita as múltiplas injeções diárias que estas têm de realizar, o que, em termos emocionais e psicológicos, faz toda a diferença”.</p>
<p>O Centro de Tratamento de Diabetes do CHL passa assim a ser um dos 21 centros de tratamento com Perfusão Subcutânea Contínua de Insulina reconhecidos pela Direção Geral de Saúde (DGS), e passará a colocar novos dispositivos aos utentes que reúnam os critérios clínicos necessários, a dar-lhes os ensinamentos necessários e a acompanhá-los. Além da formação aos profissionais, é feita formação ao doente, assim como a familiares ou tutores no caso das crianças, para que possam aprender a manipular este novo dispositivo.</p>
<p>Os dispositivos PSCI são totalmente comparticipados e apresentam diversas mais-valias quando comparados com as canetas de administração de insulina, nomeadamente porque evitam as múltiplas picadas diárias que as pessoas com diabetes têm de fazer (substitui pelo menos quatro injeções de insulina por dia), porque permite a correção mais rápida da hipoglicemia e o ajuste mais adequado da insulina ao exercício e aos dias de doença.</p>
<p>Trata-se de um aparelho eletromecânico portátil, que administra insulina de ação rápida de forma pré-determinada, através de um cateter inserido no tecido subcutâneo. O tratamento é totalmente personalizável uma vez que permite adaptar a disponibilização de insulina às necessidades da criança/adulto, seja com a administração contínua durante 24 horas, a ritmos variáveis de hora a hora para suprir as necessidades basais, seja a administração de doses extra de insulina para fazer face aos hidratos de carbono das refeições e correção de valores elevados de glicemia.</p>
<p>É uma forma de insulinoterapia que dá mais liberdade e flexibilidade ao doente, uma vez que o cateter é manipulado pelo próprio tendo de ser mudado apenas a cada três dias. O tratamento com PSCI é seguro e eficaz, e pode ser feito autonomamente por diabéticos de todas as idades – a utente mais nova do CHL a receber o dispositivo em 2019 tem dois anos de idade –, reduz os episódios de hipoglicemia e as complicações crónicas associadas à Diabetes quando comparado aos outros tipos de insulinoterapia.</p>
<p>Durante a formação aos utentes e/ou familiares são prestados todos os ensinamentos e cuidados a ter com o dispositivo. Todos os doentes recebem formação de como manipular o dispositivo, de como usar o software e de como lidar com eventuais problemas técnicos. Recebem ainda indicações escritas em como atuar perante uma falha mecânica do aparelho e em caso de hiper e hipoglicemia.</p>
<p>O Centro de Tratamento de Diabetes com Dispositivos de PSCI do CHL envolve o serviço de Endocrinologia, em articulação com os serviços de Medicina e Obstetrícia, para os adultos, e o serviço de Pediatria, para os utentes até aos 18 anos.</p>
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