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	<title>gravidez Archives - My Pediatria</title>
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	<description>Plataforma multimédia dirigida à comunidade médica da área da Pediatria e outros profissionais de saúde envolvidos no tratamento das doenças pediátricas.</description>
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	<title>gravidez Archives - My Pediatria</title>
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		<title>“A transmissão de mãe para filho durante a gravidez é muito rara”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2020 08:48:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Covid19]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo realizado pelo Serviço de Obstetrícia do Centro Hospitalar Universitários Lisboa Norte (CHULN), nos meses de abril e maio, revelou uma percentagem baixa de grávidas em trabalho de parto positivas à COVID-19 e todas sem sintomas da doença. O trabalho,&#160;publicado&#160;&#160;no&#160;Journal of Maternal-Fetal &#38; Neonatal, revela que das 428 grávidas assintomáticas que deram entrada no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo realizado pelo Serviço de Obstetrícia do Centro Hospitalar Universitários Lisboa Norte (CHULN), nos meses de abril e maio, revelou uma percentagem baixa de grávidas em trabalho de parto positivas à COVID-19 e todas sem sintomas da doença.</p>
<p><span id="more-212621"></span></p>
<p>O trabalho,&nbsp;<a href="https://www.tandfonline.com/doi/full/10.1080/14767058.2020.1793323" target="_blank" rel="noopener">publicado&nbsp;&nbsp;</a>no&nbsp;<em>Journal of Maternal-Fetal &amp; Neonatal</em>, revela que das 428 grávidas assintomáticas que deram entrada no Hospital Santa Maria, entre 3 de abril e 31 de maio, e que realizaram o teste à COVID-19, apenas duas deram positivo (0,47%).</p>
<p>Em declarações à agência Lusa, o diretor do Serviço de Obstetrícia do CHULN, que integra o Hospital Santa Maria, o Prof. Doutor Diogo Ayres de Campos, afirmou que os resultados deste trabalho traduzem “um pouco da realidade da região de Lisboa e Vale do Tejo, em que a maior parte das mulheres em idade reprodutora estão assintomáticas”.</p>
<p>“Algumas são portadoras, mas não têm a doença [COVID-19], e na maior parte dos casos a repercussão que isso tem sobre a gravidez, sobre o parto, e sobre o recém-nascido é muito baixa”, adiantou o diretor do serviço, que foi dos primeiros a permitir a presença de acompanhantes na sala de partos.</p>
<p>Na altura da elaboração deste relatório, o país tinha registado 37.036 casos (prevalência de 0,36%) e 1.520 mortes associadas.</p>
<p>“As preocupações com a segurança da prestação de cuidados de saúde materna levaram à implementação do rastreio universal da SARS-CoV-2 a todas as mulheres admitidas no Serviço de Obstetrícia a partir de 03 de abril”, lê-se no artigo.</p>
<p>A 27 de abril, começarem a ser rastreados “todos os acompanhantes para permitir que a grávida fosse acompanhada durante o trabalho de parto e tivemos também uma incidência baixa de pessoas positivas e também todas assintomáticas”, adiantou.</p>
<p>As duas mulheres que testaram positivo tiveram um parto normal sem complicações. Os bebés realizaram o teste nas primeiras 24 horas de vida e deram negativo.</p>
<p>Já dos 221 acompanhantes assintomáticos que realizaram o teste, três tiveram resultados positivos (1,36%).</p>
<p>“Uma baixa prevalência de infeção SARS-CoV-2 foi encontrada na nossa população de mulheres grávidas assintomáticas, números que não eram diferentes dos da população em geral. Prevalências muito maiores foram registadas em grávidas assintomáticas em dois centros americanos (Nova Iorque – 13,5% e Southern Connecticut – 2,9% e num centro do norte de Portugal que foi particularmente afetado pela covid-19 (11,7%)”, conclui o estudo.</p>
<p>Os testes continuam a ser realizados e ultimamente há “um número bocadinho maior de casos”, observou.</p>
<p>No total, foram testadas até agora cerca de 700 grávidas e os casos positivos continuam a não chegar a uma dezena, sempre tratados com circuitos próprios de isolamento e segurança. Em 400 testes feitos a acompanhantes, foram detetados quatro positivos (1%).</p>
<p>“Temos neste momento nove senhoras que deram positivo, mas todas assintomáticas, e tiveram um parto sem intercorrências e o recém-nascido deu negativo”, salientou.</p>
<p>Questionado sobre o primeiro bebé que nasceu em Portugal infetado com o novo coronavírus durante a gravidez, o Prof. Doutor Diogo Ayres de Campos afirmou que são casos muito raros.</p>
<p>“A transmissão de mãe para filho durante a gravidez é muito rara. Há cerca de 10 casos bem documentados no mundo numa população de grávidas que é muito grande”, adiantou.</p>
<p>Segundo o obstetra, a maior parte das mulheres ainda manifesta receio de contrair covid-19 porque ainda persiste a ideia de que pode ser uma coisa grave para a gravidez e para o recém-nascido.</p>
<p>“Por isso, é importante passar-lhes uma mensagem de tranquilidade, uma vez que “esta situação se vai prolongar com certeza durante mais uns meses”.</p>
<p>Apesar de ainda se saber pouco sobre quando se adquire a infeção no início da gravidez, porque ainda não houve tempo suficiente para as grávidas terem os bebés, já se pode dar “alguma tranquilidade à grande maioria das grávidas” que contraem a infeção no último trimestre da gravidez.</p>
<p>Isto porque cerca de 80 a 90% das grávidas que estão assintomáticas e testam positivo não desenvolve sintomas e a certa altura deixa de ser positiva.</p>
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		<title>Consumo de álcool na gravidez afeta funcionamento do rim da criança anos depois</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Feb 2020 17:35:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[álcool]]></category>
		<category><![CDATA[gravidez]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O consumo de álcool durante a gravidez afeta de forma negativa o funcionamento do rim das crianças alguns anos após o nascimento, havendo uma associação significativa nas crianças que, durante a infância, apresentam excesso de peso ou obesidade. Os dados foram revelados num estudo desenvolvido no âmbito da Unidade de Investigação em Epidemiologia (EPIUnit) do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O consumo de álcool durante a gravidez afeta de forma negativa o funcionamento do rim das crianças alguns anos após o nascimento, havendo uma associação significativa nas crianças que, durante a infância, apresentam excesso de peso ou obesidade. Os dados foram revelados num estudo desenvolvido no âmbito da Unidade de Investigação em Epidemiologia (EPIUnit) do Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto (ISPUP), publicado na revista <em>Pediatric Nephrology</em>.</p>
<p><span id="more-212514"></span></p>
<p>“Sabíamos, através de modelos animais, que o consumo de álcool durante a gravidez afeta o desenvolvimento do rim do feto, levando a uma diminuição no número total de nefrónios, a unidade funcional do rim. Contudo, faltavam estudos que mostrassem esta associação em humanos e, com este trabalho, conseguimos fazê-lo”, esclarece a Prof.ª Doutora Liane Correia Costa, primeira autora do trabalho, coordenado pela Prof.ª Doutora Ana Azevedo.</p>
<p>O artigo procurou explorar a possibilidade de existirem fatores relacionados com a criança que pudessem influenciar a associação entre a ingestão de álcool na gravidez e o mau funcionamento renal, concluindo que a relação é mais forte e significativa nas crianças com excesso de peso ou obesidade.</p>
<p>“As crianças que foram expostas ao álcool ainda no útero materno têm um menor número de nefrónios, as unidades funcionais que filtram o sangue no rim. Estas crianças, que já têm um número de nefrónios inferior, se desenvolverem excesso de peso ao longo da infância, ou mais tarde, vão sobrecarregar ainda mais os seus rins, que vão ter de filtrar um maior volume de sangue, correspondente à maior massa corporal destes meninos. Esta sobrecarga de filtração que é imposta ao rim, a longo-prazo, condiciona alterações renais e conduz ao seu mau funcionamento”, acrescenta a investigadora.</p>
<p>Foram analisados dados relativos ao funcionamento renal de 1093 crianças, com 7 anos de idade, da coorte Geração XXI, utilizando informação sobre o consumo reportado de álcool por parte da mãe, como o tipo de bebida, quantidade e frequência da ingestão. O Geração XXI trata-se de um estudo longitudinal que segue, desde 2005, cerca de 86 mil participantes que nasceram nas maternidades públicas da Área Metropolitana do Porto, bem como as suas famílias.</p>
<p>O <a href="https://link.springer.com/article/10.1007%2Fs00467-019-04429-x" target="_blank" rel="noopener">trabalho </a>concluiu que 13% das mães das crianças participantes no estudo consumiram álcool durante a gravidez, verificando-se que o efeito negativo no rim da criança aumenta quanto maior for a quantidade de álcool ingerida. A Prof.ª Doutora Liane Correia Costa recomenda que o consumo de álcool deve ser evitado, tendo em conta os resultados.</p>
<p>“O álcool interfere com a formação dos nefrónios e atua como um fator de vulnerabilidade no funcionamento do rim. Quando a este fator acresce a presença de excesso de peso na criança, o risco de evolução para doença renal crónica é significativamente superior. Desta forma, o reconhecimento do álcool como um fator de risco potencialmente modificável durante a gravidez, deve colocar em marcha um reforço das estratégias para a sensibilização da população para estes riscos. Além disso, é importante apostar em estratégias que visem prevenir o excesso de peso e a obesidade em idade pediátrica”, conclui.</p>
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		<title>Divulgado estudo sobre preocupações e tabus na gravidez e pós-parto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Oct 2019 14:23:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[pósparto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Estudo “Preocupações, Mitos e Tabus da Gravidez e do Pós-parto”, conduzido por investigadores da Universidade Católica Portuguesa, procurou compreender melhor as questões de grávidas e puérperas num contexto em que o ambiente digital potencia a existência de uma sobrecarga de informação, a disseminação de notícias falsas e um acesso imediato a conteúdos de saúde [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Estudo “Preocupações, Mitos e Tabus da Gravidez e do Pós-parto”, conduzido por investigadores da Universidade Católica Portuguesa, procurou compreender melhor as questões de grávidas e puérperas num contexto em que o ambiente digital potencia a existência de uma sobrecarga de informação, a disseminação de notícias falsas e um acesso imediato a conteúdos de saúde sem nenhuma curadoria por parte de profissionais credenciados. A investigação partiu de uma iniciativa da Barral e surgiu em resultado da necessidade de dar resposta às preocupações das mulheres numa fase tão importante das suas vidas.</p>
<p><span id="more-212388"></span></p>
<div class="titulo_noticia">O inquérito demonstra que os profissionais de saúde são a fonte de informação em quem as grávidas e puérperas mais confiam (82% consideram a opinião dos médicos &#8220;muito importante&#8221; e 83% consideram a opinião dos farmacêuticos &#8220;importante&#8221; ou &#8220;muito importante&#8221;). Os fóruns digitais são as fontes de informação que as respondentes consideram ter menor grau de credibilidade (apenas 29% os consideram &#8220;importantes&#8221; ou &#8220;muito importantes&#8221;).</div>
<div class="itemFullText">
<p>Relativamente aos maiores motivos de preocupação e ansiedade, têm maior peso a saúde do bebé (84%), a recuperação pós-parto (54%), parto (51%) e a amamentação (48%). Quanto aos cuidados de saúde durante a gravidez destacaram-se a utilização de cremes nos cuidados diários de higiene (94%), manter uma alimentação saudável e evitar ganhar peso excessivo (90%). As inquiridas desmentiram, porém, o mito dos “desejos” durante a gravidez. A maioria das inquiridas que já passou pela experiência do parto (n=439) relaciona o parto com uma experiência positiva (60%) e destacam o apoio dos profissionais de saúde nesta fase (82%). No entanto, 71% das respondentes afirmam que, por mais que lessem e se informassem, nunca podiam estar preparadas para uma experiência tão intensa como a do parto.</p>
<p>No inquérito destacam-se também alguns aspetos psicológicos relacionados com preocupações e motivos de ansiedade que registaram taxas de concordância por parte das inquiridas enquanto recém-mamãs (n=408), acima dos 50%, como sejam:</p>
<ul>
<li>Não ter tempo para cuidar do corpo e da imagem (63%)</li>
<li>Sentir-se triste com as alterações no corpo (51%)</li>
<li>Ter momentos de desespero achando que não seria capaz de tratar do bebé (60%)</li>
<li>Alterações do humor (82%)</li>
<li>Dificuldade em descansar e dormir as horas necessárias (81%)</li>
<li>Sentir pressão social, por exemplo para amamentar (51%)</li>
<li>Sentir que os familiares e amigos queriam ajudar, mas ainda complicavam mais (60%)</li>
</ul>
<p>A equipa de investigadores da Universidade Católica Portuguesa desenvolveu um estudo quantitativo através de questionário online junto de uma amostra de 663 mulheres grávidas e puérperas portuguesas, com uma idade média de 34 anos. Em complemento, foi conduzido um estudo qualitativo através de uma dinâmica de World Café, junto de um grupo de 18 grávidas e puérperas da região de Lisboa, com uma média de idade de 33 anos, que contribuíram para aprofundar algumas das temáticas do inquérito.</p>
<p>No âmbito da informação recolhida no&nbsp;<em>World Café</em>, destacou-se a vontade de acesso a informação neutra e esclarecedora prestada durante a gravidez e pós-parto por profissionais multidisciplinares. Foram também muitas as participantes que referiram a necessidade de apoio psicológico no pós-parto e, que muitas vezes, a pressão recai mais sobre elas, porque a partir do momento em que o pai “ajuda”, parece que a obrigação de cuidar do bebé é apenas da mãe, quando na verdade é dos dois progenitores. Também é difícil para o pai desempenhar a sua paternidade, pois acaba por ter tantas ou mais dúvidas e dificuldades como a mãe.</p>
<p>Quanto ao relacionamento com o bebé, as participantes no&nbsp;<em>World Café</em>&nbsp;destacaram que a relação entre a mãe e o bebé se constrói e pode não ser imediata, que deveria haver acompanhamento não só da saúde física, mas também psicológica. Foi afirmado que o momento do regresso ao trabalho implica uma rutura dramática e que existe muita pressão das entidades empregadoras. As participantes destacaram também que a sociedade e a legislação não apoiam as necessidades das famílias.</p>
</div>
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		<title>Normas de Orientação recomendam rastreio universal de anemia e ferropenia para as grávidas portuguesas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Aug 2019 09:54:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[anemia]]></category>
		<category><![CDATA[gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[puerpério]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reconhecida como um problema global de saúde pública, a anemia afeta cerca de um quarto da população mundial, com a Organização Mundial da Saúde (OMS) a estimar, em 2011, uma prevalência de anemia gestacional de 38%, valor que chega aos 26% na Europa. Em Portugal, os dados do estudo EMPIRE, que caracterizou a prevalência de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Reconhecida como um problema global de saúde pública, a anemia afeta cerca de um quarto da população mundial, com a Organização Mundial da Saúde (OMS) a estimar, em 2011, uma prevalência de anemia gestacional de 38%, valor que chega aos 26% na Europa.</p>
<p><span id="more-212360"></span></p>
<p>Em Portugal, os dados do estudo EMPIRE, que caracterizou a prevalência de anemia na população portuguesa, confirmaram este problema, ainda que com diferenças regionais. Esta preocupação mundial levou a Sociedade Portuguesa de Obstetrícia e Medicina Materno-Fetal (SPOMMF) a publicar um conjunto de <a href="http://www.spommf.pt/wp-content/uploads/2019/07/Norma-Anemia-na-Gravidez-e-no-Puerpe%CC%81rio.pdf" target="_blank" rel="noopener">Normas de Orientação Clínica referentes à Anemia na Gravidez e no Puerpério</a>, das quais fazem parte a recomendação da realização do rastreio universal de anemia e ferropenia.</p>
<p>Tendo em conta que “a anemia ferropénica é a causa mais frequente de anemia gestacional”, a SPOMMF define que o rastreio deve ser concretizado através da realização de um hemograma e da determinação da ferritina sérica, na pré-conceção e/ou 1º trimestre, entre as 24 e 28 semanas de gravidez e no 3º trimestre de gravidez. É ainda “essencial que todas as mulheres recebam aconselhamento dietético, relativamente a como aumentar a ingestão e absorção de ferro”, como forma de prevenção, lê-se no documento.</p>
<p>Nesta fase da vida da mulher, o défice de ferro pode ir desde o estado de depleção de ferro sem anemia, ou seja, uma ausência de reservas de ferro, com hemoglobina normal, até à anemia ferropénica. Uma situação que aumenta o risco de transfusão periparto, pré-eclâmpsia, descolamento prematuro de placenta normalmente inserida, falência cardíaca e até morte. Ainda que para o feto o défice em ferro seja raro, estão descritas situações de anemia ferropénica grave associadas a desfechos perinatais adversos, entre os quais o parto pré-termo, restrição de crescimento fetal e até morte fetal.</p>
<p>As normas, agora publicadas, incluem ainda as melhores opções terapêuticas para os diferentes tipos de anemia na gravidez e a suplementação, não só com ácido fólico, que “é uma medida universalmente preconizada para a prevenção dos defeitos do tubo neural”, mas também com ferro, em mulheres sem anemia.</p>
<p>Para mais informações, clique <a href="https://www.facebook.com/anemiawgp/?fref=ts" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
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