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	<title>HPV Archives - My Pediatria</title>
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	<description>Plataforma multimédia dirigida à comunidade médica da área da Pediatria e outros profissionais de saúde envolvidos no tratamento das doenças pediátricas.</description>
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	<title>HPV Archives - My Pediatria</title>
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		<title>Podcast “Vacinação – Proteger o futuro”: o HPV e as doenças associadas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Aug 2021 10:18:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[HPV]]></category>
		<category><![CDATA[vacinação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O mote deste 5.º episódio do podcast da Vital Health, com o apoio da MSD, é o vírus do papiloma humano (HPV), com a participação da Dr.ª Paula Ambrósio. A médica ginecologista e obstetra do Hospital CUF Belém fala sobre as particularidades do HPV, as várias doenças causadas pelo mesmo, nomeadamente o cancro do colo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O mote deste 5.º episódio do podcast da Vital Health, com o apoio da MSD, é o vírus do papiloma humano (HPV), com a participação da <strong>Dr.ª Paula Ambrósio</strong>.</p>
<p><span id="more-212942"></span></p>
<p>A médica ginecologista e obstetra do Hospital CUF Belém fala sobre as particularidades do HPV, as várias doenças causadas pelo mesmo, nomeadamente o cancro do colo do útero, e a vacinação existente para combater a infeção.</p>
<p>Oiça o episódio, com a moderação da jornalista Andreia Vale, no <a href="https://open.spotify.com/episode/6IHD41eXlAVYdYtu1wrNut?si=IRUEZJgJQkKGbCk7jJSf4g&amp;dl_branch=1" target="_blank" rel="noopener">Spotify</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/6fHQ-jmHFww" width="560" height="315" title="YouTube video player" frameborder="0" allowfullscreen="" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture"></iframe></p>
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		<title>O pediatra na luta contra o HPV: informação, prevenção e intervenção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Mar 2021 14:26:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[HPV]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Sabemos que o vírus do papiloma humano (HPV) é de transmissão sexual e que a vacina é mais eficaz se for administrada antes de se iniciar a atividade sexual”. Neste sentido, “os pediatras têm um papel fundamental na prevenção desta infeção”. Palavras do Prof. Doutor Luís Varandas, do Hospital Dona Estefânia, em Lisboa, que, em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>“Sabemos que o vírus do papiloma humano (HPV) é de transmissão sexual e que a vacina é mais eficaz se for administrada antes de se iniciar a atividade sexual”. Neste sentido, “os pediatras têm um papel fundamental na prevenção desta infeção”. Palavras do <strong>Prof. Doutor Luís Varandas</strong>, do Hospital Dona Estefânia, em Lisboa, que, em entrevista, destaca a importância deste especialista para assegurar a confiança desta vacina, uma vez que já a recomendava antes da sua inclusão no Plano Nacional de Vacinação (PNV).</p>
<p><span id="more-212792"></span></p>
<p>A eficácia da vacina depende do período em que é administrada, começa por afirmar o especialista, explicando que os efeitos deste vírus podem notar-se apenas a longo prazo, daí que se recomende a vacinação “o mais cedo possível”. Tendo este objetivo, o Prof. Doutor Luís Varandas aponta o papel “fundamental” do pediatra neste campo, dada a sua proximidade com a população jovem. Além disso, a inclusão da vacina contra este vírus no PNV “permitiu que os familiares e pais dos jovens se sentissem mais confiantes”. Até mesmo para os adolescentes não abrangidos no PNV – nascidos antes de 2009 – que terão de a pagar a título individual.</p>
<p>Para um maior controlo da transmissão, “as pessoas mais velhas também têm de ser vacinadas”, aponta o médico, salientando que “o ganho da vacinação é tanto maior quanto mais cedo vacinarmos”. Abordando o alargamento mais recente da vacina contra o HPV para os rapazes, o especialista é perentório na resposta: “É um passo mais do que preciso, se assim não fosse, íamos continuar a ter um reservatório natural para a infeção, uma vez que os rapazes iam transmitir o vírus aos seus parceiros e parceiras sexuais”.</p>
<p>Olhando para a realidade de outros países, o especialista explica que a experiência já mostra o impacto da vacinação. “Já se verifica uma diminuição marcada de todas as lesões provocadas pelo HPV”.</p>
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		<title>&#8220;A meta é erradicar o cancro do colo do útero através da vacinação em massa&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Mar 2021 12:18:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[HPV]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;O único meio realmente eficaz para redução da transmissão do HPV é a vacina&#8221;. A garantia é dada pelo Dr. Daniel Pereira da Silva,&#160;presidente da Federação das Sociedades Portuguesas de Ginecologia e Obstetrícia, em entrevista à My Pediatria, ao abrigo do&#160;Dia Internacional da Consciencialização sobre o HPV, que se assinala hoje, 4 de março. Leia [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;O único meio realmente eficaz para redução da transmissão do HPV é a vacina&#8221;. A garantia é dada pelo <strong>Dr. Daniel Pereira da Silva,</strong>&nbsp;presidente da Federação das Sociedades Portuguesas de Ginecologia e Obstetrícia, em entrevista à My Pediatria, ao abrigo do&nbsp;Dia Internacional da Consciencialização sobre o HPV, que se assinala hoje, 4 de março. Leia a entrevista na íntegra.</p>
<p><span id="more-212790"></span></p>
<p><strong>My Pediatria (MP) | No âmbito Dia Internacional da Consciencialização sobre o HPV, qual é a realidade do vírus em Portugal? Está em linha com a realidade europeia?</strong><br /><strong>Dr. Daniel Pereira da Silva (DPS) |</strong> Não temos trabalhos epidemiologicos recentes de âmbito nacional que me permita responder com segurança à questão, mas o que verificamos a nível dos serviços de Ginecologia que mais doentes recebem no âmbito do rastreio é que estamos em linha com outros países. Ou seja, uma redução muito significativa das lesões na mulheres vacinadas contra o HPV. Um facto muito importante é que a taxa de infeção continua significativa nas mulheres com mais de 26 anos e tem a prevalência de 5% mesmo aos 60 anos.</p>
<p><strong>MP | O rastreio é essencial para a identificação da infeção. Tendo em conta o atual contexto pandémico, como está esta realidade?</strong><br /><strong>DPS |</strong> O rastreio é absolutamente essencial, porque a maior parte das mulheres não foi vacinada contra o HPV e o rastreio continua a ser ser essencial para se reduzir a carga da doença.</p>
<p><strong>MP | Como é que se pode travar a transmissão deste vírus? Qual é o papel da comunidade médica neste campo?</strong><br /><strong>DPS |</strong> O único meio realmente eficaz para redução da transmissão do HPV é a vacina. O uso sistemático do preservativo pode ter alguma eficácia, mas basta lembrar que a transmissão faz-se por contacto e não é necessário penetração, e logo constamos que o preservativo não é muito eficaz para impedir o contágio.</p>
<p><strong>MP | O HPV afeta várias especialidades. Qual a importância de uma abordagem transversal sobre este vírus no rastreio e no tratamento?</strong><br /><strong>DPS |</strong> A consequência de maior prevalência da infeção pelo HPV de alto risco são as lesões pré-malignas e malignas do colo do útero, daí que o foco inicial da estratégia de prevenção fosse a mulher. Mas, nós sabemos que homens e mulheres independentemente dos seus hábitos sexuais, são reservatório e transmissores do vírus, e igualmente sede de doença. As lesões podem ocorrer em todas as localizações de contacto sexual, quer em homens, quer em mulheres: genital, anal e oral. <br />Estes factos, aliados a uma mudança da consciência social de igualdade de género, justificam totalmente que o foco atual é de que todos fazemos parte deste processo e as estratégias de prevenção passam por todos nós &#8211; homens e mulheres.</p>
<p><strong>MP | Que impacto é que a vacinação tem tido no controlo do HPV, nomeadamente na prevenção de novos casos de infeção e de doenças associadas?</strong><br /><strong>DPS |</strong> Há muitos estudos publicados do impacto da vacinação na vida real, isto é, a sua efetividade e todos revelam que a redução da infeção e das lesões pré-cancerosas é a esperada da ordem dos 50% quando as mulheres foram vacinadas com as vacinas que protegem contra o HPV 16 e 18 e uma proteção de quase 90% quando foram vacinadas com a vacina nonovalente, que protege contra nove tipos de HPV. Na Noruega já foi demostrada, na vida real, a proteção da vacina contra o cancro. No grupo de cerca de 10.000 mulheres vacinadas não se verificou nenhum caso de cancro relacionado com o HPV das vacinas, ao passo que registaram-se 10 casos no grupo das mulheres não vacinadas.</p>
<p><strong>MP | Esta vacina foi alargada ao sexo masculino. Que oportunidades e limitações representa esta alteração?</strong><br /><strong>DPS |</strong> Em primeiro lugar, representa um ato de justiça social e melhoria da solidariedade que tem de haver entre todos, independentemente do género. Todos podemos ser portadores e transmissores do HPV. Todos podemos ser atingidos pela doença. É a oportunidade de levarmos a que as lesões provocadas pelo HPV sejam residuais e deixem de atingir tantas mulheres em fases tão precoces das suas vidas. É também a forma de interromper o aumento crescente de lesões anais e da orofaringe em homens e mulheres. A&nbsp;vacinação dos rapazes é, sem dúvida, uma medida de inclusão, de neutralidade de género e de afirmação de cidadania.</p>
<p><strong>MP | Quais são as metas em termos de erradicação?</strong><br /><strong>DPS |</strong> A meta é erradicação do cancro do colo do útero, que é possível com a vacinação em massa. Em Portugal, temos uma taxa de cobertura vacinas notável, superior a 90%, nas mulheres que têm menos de 26 anos, o que é fantástico e vai dar resultados. Mas não podemos esquecer que temos uma taxa de vacinadas residual nas mulheres acima dessa idade, o que implica que temos de incentivar essas mulheres a vacinarem-se. Quanto mais cedo o fizermos, mas cedo chegaremos próximos da meta da erradicação ou tornar a doença residual.</p>
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		<title>“É possível a nível europeu terminar com mais de 90% dos tumores associados ao HPV”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Mar 2021 12:01:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[HPV]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Em 2030 será possível, a nível europeu, terminar com uma percentagem significativa &#8211; mais de 90% &#8211; de todos os tumores associados ao vírus do papiloma humano (HPV)”. A mensagem de esperança é do Prof. Doutor Rui Medeiros, especialista em Oncologia Molecular e membro do HPV Action Network, em entrevista à My Pediatria. Em vídeo, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“Em 2030 será possível, a nível europeu, terminar com uma percentagem significativa &#8211; mais de 90% &#8211; de todos os tumores associados ao vírus do papiloma humano (HPV)”. A mensagem de esperança é do<strong> Prof. Doutor Rui Medeiros</strong>, especialista em Oncologia Molecular e membro do <em>HPV Action Network</em>, em entrevista à My Pediatria. Em vídeo, o especialista identifica os três eixos de intervenção para alcançar este objetivo. Assista ao depoimento.</p>
<p><span id="more-212788"></span></p>
<p>Abordando umas das mais incidentes neoplasias causadas por este vírus – o cancro do colo do útero -, o Prof. Doutor. Rui Medeiros começa por afirmar que a realidade europeia é díspar. “A norte da Europa a incidência é muito baixa, enquanto que a leste é bastante elevada”, fruto das desigualdades nas medidas de intervenção nos sistemas de saúde.</p>
<p>Em Portugal, “os números são intermédios, mas com tendência a baixar, efeito da vacinação”, afirma o especialista, apontando também a pesquisa do rastreio molecular do DNA do HPV como fator fundamental neste processo, “pois permite a deteção de lesões e tumores precocemente”.</p>
<p>No<em> HPV Action Network</em> “identificámos vários critérios de intervenção: rastreio, vacinação e o papel interventivo dos profissionais de saúde, que no terreno devem consciencializar para os rastreios e para a vacinação”.&nbsp; A par destas iniciativas, também a investigação toma um papel essencial no conhecimento do vírus e suas consequências.</p>
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		<item>
		<title>O papel da LPCC no combate ao cancro do colo do útero</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Mar 2021 11:44:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[cancro do colo do útero]]></category>
		<category><![CDATA[HPV]]></category>
		<category><![CDATA[lpcc]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“O cancro do colo do útero é um problema de Saúde Pública, devido à sua alta incidência e consequente mortalidade”. O alerta é dado pela Dr.ª Natália Amaral, da Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC), em entrevista à My Pediatria, na qual salienta ainda a “conjugação de esforços” para baixar o número de casos. Em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>“O cancro do colo do útero é um problema de Saúde Pública, devido à sua alta incidência e consequente mortalidade”. O alerta é dado pela <strong>Dr.ª Natália Amaral</strong>, da Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC), em entrevista à My Pediatria, na qual salienta ainda a “conjugação de esforços” para baixar o número de casos. Em vídeo, a ginecologista faz um balanço do controlo do vírus do papiloma humano (HPV) e o papel da vacinação neste processo.</p>
<p><span id="more-212786"></span></p>
<p>Em representação da LPCC, a Dr.ª Natália Amaral começa por afirmar que, na luta contra este vírus, uma das grandes preocupações passa pela prevenção primária e secundária. “Em 1990, começámos a sensibilizar a população para os perigos deste vírus com equipas médicas constituídas por ginecologistas, que se deslocavam-se vários pontos da zona centro”. Além do papel educacional sobre o HPV, as ações dinamizadas pela LPCC têm também como objetivo alertar as pessoas para o rastreio, uma vez que “é um exame [citologia] simples e barato e, por isso, não deve haver receio por parte da população”.</p>
<p>A especialista reforça a importância do rastreio, no sentido de “identificar as lesões iniciais provocadas pelo vírus, que podem perfeitamente ser alteradas, evitando que se desenvolva o cancro do colo do útero”.</p>
<p>Atualmente, “cerca de 90% das raparigas até aos 26 anos já estão vacinadas”, salienta a médica, explicando que o próximo objetivo passa por imunizar as mulheres até aos 45 anos, mulheres de risco – lesões percursoras do carcinoma – imunodeprimidas e doentes oncológicas. Relativamente à vacinação dos rapazes nascidos a partir de 2009 – processo que se iniciou no ano passado – a ginecologista afirma que esta alteração “é fundamental no controlo da transmissão do vírus”, que pode ainda causar o cancro da orofaringe, do ânus e do pénis.</p>
<p>Por fim, a Dr.ª Natália Amaral destaca uma das iniciativas que a LPCC concretizou, em colaboração com a MSD, dedicada aos jovens e na qual se realizaram ações de formação nas escolas através de um <em>roadshow</em> e nas quais se contou também com a participação do cantor Waze que protagonizou uma música centrada na informação sobre este tema.</p>
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		<item>
		<title>HPV: vacinação trava vírus que afeta várias especialidades</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Mar 2021 11:33:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[cancro da orofaringe]]></category>
		<category><![CDATA[HPV]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A relação entre o vírus do papiloma humano (HPV) e as várias especialidades afetadas pelo mesmo, nomeadamente a Otorrinolaringologia, é uma das principais mensagens de alerta da Dr.ª Ana Jardim, do Hospital CUF Descobertas, em Lisboa, no âmbito do Dia Internacional da Consciencialização sobre o HPV, que se assinala hoje, 4 de março. Em entrevista, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A relação entre o vírus do papiloma humano (HPV) e as várias especialidades afetadas pelo mesmo, nomeadamente a Otorrinolaringologia, é uma das principais mensagens de alerta da <strong>Dr.ª Ana Jardim</strong>, do Hospital CUF Descobertas, em Lisboa, no âmbito do Dia Internacional da Consciencialização sobre o HPV, que se assinala hoje, 4 de março. Em entrevista, a especialista destaca o papel preventivo da vacinação na redução da incidência&nbsp;desta infeção viral e, consequentemente, de seis tipos de cancro. Assista ao vídeo.</p>
<p><span id="more-212784"></span></p>
<p>“As pessoas pensavam que era uma infeção apenas relacionada com a Ginecologia e, eventualmente, com a Urologia, mas a realidade é que é multidisciplinar, porque pode afetar vários órgãos”, começa por afirmar a otorrinolaringologista, explicando que, globalmente, a “comunidade médica está um pouco desinformada e desatualizada sobre esta infeção e suas localizações, nomeadamente as lesões malignas”. “Não é apenas o cancro do colo do útero que advém desta infeção, mas também o do pénis, da vagina, da vulva, do anûs e da orofaringe e, por isso, esta mensagem deve ser difundida no meio médico”, avisa.</p>
<p>Em alguns casos, como o cancro do colo do útero, é possível fazer o rastreio. No entanto, “há outros localizações em que isso não é possível”, assegura a especialista, destacando a importância da deteção preoce das possíveis lesões causadas por este vírus e&nbsp;da comunicação entre as várias especialidades.</p>
<p>Relativamente ao caso do cancro da orofaringe, a Dr.ª Ana Jardim afirma que esta tem sido uma área alvo de artigos e publicações, no que diz respeito à causalidade relacionada com o HPV. “De facto o que temos vindo a perceber é que existe um novo grupo de doentes com cancro da orofaringe, que é mais jovem e com HPV mediado”, distinguindo-se do mais comum marcado pelo consumo tabágico e de álcool e, portanto, “esta é mais uma oportunidade para reforçar a importância da vacinação para prevenir este tipo de cancro”, reforça, salientando a “aprovação da vacina pela <em>Food and Drug Administration</em> (FDA), no sentido de prevenir este e os outros cinco cancros”.</p>
<p>O alargamento da vacinação aos rapazes aos 10 anos de idade “é um marco fantástico, não só pela proteção que confere aos rapazes, que têm patologias específica de género relacionada com o HPV, mas também pela queda na transmissão da infeção ao género feminino, já que os rapazes deixam de funcionar como &#8216;vetores&#8217; de transmissão às raparigas”.</p>
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		<title>Em contagem decrescente para o HPV Clinical Cases</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Oct 2020 08:52:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[HPV]]></category>
		<category><![CDATA[HPV Clinical Cases]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos próximos dias 23 e 24 de outubro, decorre o HPV Clinical Cases, em formato virtual. Dedicado à patologia associada ao HPV, este congresso pretende apresentar e promover a discussão dos casos clínicos mais pontuados, divididos pelas temáticas: colo do útero, genital, cabeça e pescoço, anal e perianal. Durante estes dias, são também realizadas conferências [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nos próximos dias 23 e 24 de outubro, decorre o HPV Clinical Cases, em formato virtual. Dedicado à patologia associada ao HPV, este congresso pretende apresentar e promover a discussão dos casos clínicos mais pontuados, divididos pelas temáticas: colo do útero, genital, cabeça e pescoço, anal e perianal.</p>
<p><span id="more-212679"></span></p>
<p>Durante estes dias, são também realizadas conferências as “Oncogénese do HPV – Novos desenvolvimentos” e “Um diálogo sobre vacinas contra o HPV”, por especialistas na área. O congresso termina com a Menção Honrosa para o melhor Caso Clínico.</p>
<p>O Congresso conta com a jornalista Carla Jorge de Carvalho; a Dr.ª Paula Martins de Jesus, diretora médica da MSD Portugal; a Dr.ª Daniela Cochicho, do Instituto Português de Oncologia de Lisboa; o Dr. José Moutinho, ginecologista; a Dr.ª Teresa Fraga, de ginecologista; e a Dr.ª Ana Jardim, otorrinolaringologista.</p>
<p>Pode consultar o programa completo e assistir em direto, através do registo <a href="https://www.profissionaisdesaude.pt/lp/hpv-clinical-cases.xhtml?utm_source=Webletter&amp;utm_medium=Banner&amp;utm_campaign=PC_Vaccines_HCP_Banner-HPVCC-VirtualCongress-Newsfarma" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
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		<title>Programa Nacional de Vacinação com vacinas da meningite B para todos as crianças e do HPV para rapazes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Oct 2020 11:44:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[HPV]]></category>
		<category><![CDATA[meningite B]]></category>
		<category><![CDATA[Programa Nacional de Vacinação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O novo Programa Nacional de Vacinação passou a incluir, desde o início de outubro, a&#160;vacina meningocócica B (MEN B) para todas as crianças, administrada no primeiro ano de vida, e a vacina do Vírus do Papiloma Humano (HPV) para todos os rapazes, aos dez anos. A vacina contra o rotavírus para grupos de risco, principal [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O novo Programa Nacional de Vacinação passou a incluir, desde o início de outubro, a&nbsp;vacina meningocócica B (MEN B) para todas as crianças, administrada no primeiro ano de vida, e a vacina do Vírus do Papiloma Humano (HPV) para todos os rapazes, aos dez anos.</p>
<p><span id="more-212675"></span></p>
<p>A vacina contra o rotavírus para grupos de risco, principal causador de gastrenterites em crianças, passa igualmente a integrar o Programa Nacional de Vacinação, mas será aplicada apenas para grupos de risco, a partir do mês de dezembro de 2020.</p>
<p>No caso da meningite B, que era até agora apenas administrada a grupos de risco, vai ser alargada a todas as crianças e aplicada em três doses: aos dois, quatro e 12 meses de idade. A Direção-Geral da Saúde refere que todas as crianças nascidas em 2019 poderão ser vacinadas de forma gratuita, já que serão &#8220;repescadas&#8221;, podendo o esquema vacinal ser iniciado quando a vacina passar a fazer parte do Programa Nacional de Vacinação, ou completado, caso a criança já tenha iniciado a imunização.</p>
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		<title>Vacina contra meningite B para todos, rotavírus para grupos de risco e contra o HPV para rapazes no PNV</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Dec 2019 10:25:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[HPV]]></category>
		<category><![CDATA[meningite B]]></category>
		<category><![CDATA[PNV]]></category>
		<category><![CDATA[rotavírus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As vacinas contra a meningite B para todas as crianças (nascidas a partir de 2019), o rotavírus para grupos de risco e contra o vírus do papiloma humano (HPV) para rapazes vão passar a fazer parte do Programa Nacional de Vacinação (PNV). O programa vai ser alterado a partir de 1 de outubro de 2020, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As vacinas contra a meningite B para todas as crianças (nascidas a partir de 2019), o rotavírus para grupos de risco e contra o vírus do papiloma humano (HPV) para rapazes vão passar a fazer parte do Programa Nacional de Vacinação (PNV). O programa vai ser alterado a partir de 1 de outubro de 2020, garantia dada na passada sexta-feira, dia 27 de dezembro, pelo secretário de Estado da Saúde, o Dr. António Sales, e pela diretora-geral da Saúde, a Dr.ª Graça Freitas.</p>
<p><span id="more-212476"></span></p>
<p>A vacina da meningite B vai ser alargada a todas as crianças, mas abrange apenas “os nascidos a partir de 1 de janeiro de 2019”, sendo que “o esquema de vacinação [pode] ser iniciado ou completado, de acordo com a história vacinal individual”, refere uma nota divulgada na conferência de imprensa. Ou seja, as crianças que nasceram antes de 2019 não estão incluídas.</p>
<p>A recomendação é que as três doses sejam administradas logo no primeiro ano de vida — mais concretamente “aos dois, aos quatro e aos 12 meses” —, mas a vacina pode ser feita até aos cinco anos. A Dr.ª Graça Freitas esclareceu que as crianças até aos dois anos podem fazer as três doses, mas entre os dois e os cinco, só devem ser administradas duas doses. A partir dos cinco anos, não há recomendação para que se faça a vacina contra a meningite B. Esta vacina já estava no PNV, mas apenas para um grupo restrito de crianças com graves deficiências. Outras crianças podiam ser vacinadas contra a meningite B, mas a vacina era paga.</p>
<p>A vacina contra o HPV para os rapazes também passa a fazer parte do PNV. Deve administrada em duas doses a rapazes a partir dos 10 anos, com intervalo de seis meses, e “aplica-se aos nascidos a partir de 1 de janeiro de 2009, podendo o esquema de vacinação ser iniciado ou completado, de acordo com a história vacinal individual”. Os rapazes têm até aos 18 anos para fazer a primeira dose, sendo que a partir dessa idade, já não podem dar início à vacinação. Apenas aqueles que fizeram a primeira toma antes da idade limite é que podem fazer a segunda seis meses depois, mesmo que nessa altura já tenham completado os 18 anos.</p>
<p>Esta vacina para as raparigas já faz parte do programa e é administrada em duas dose aos 10 anos, tal como irá acontecer com os rapazes. Com esta vacina, vão passar a ficar cobertos 40 mil rapazes por ano. De acordo com a diretora-geral da Saúde, à partida será administrada aos rapazes e às raparigas a mesma vacina, ou seja, será uma vacina contra nove genótipos. Isto está depende, contudo, da indústria farmacêutica — e da quantidade de vacinas que são comercializadas a nível mundial — e do concurso que será lançado pelo Serviço Partilhado do Ministério da Saúde (SPMS). “Se, em sede de concurso, o preço for favorável, compraremos a mesma vacina”, disse. Caso não seja possível administrar esta vacina aos rapazes, a diretora-geral da Saúde esclareceu que uma vacina com quatro genótipos é suficiente.</p>
<p>Já a vacina contra o rotavírus passa a integrar o programa, mas apenas “para grupos de risco” . A diretora-geral esclareceu que a Comissão Técnica de Vacinação ainda não definiu quais são esses grupos de risco. Quando isso acontecer, será emitida uma norma pela DGS.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Inclusão das vacinas no PNV foi “com aval da Comissão Técnica de Vacinação”</strong></p>
<p>A inclusão destas três vacinas no PNV foi decidida em 2018 no Parlamento, na especialidade do Orçamento do Estado para 2019. Uma decisão tomada sem consultar a DGS, o que provocou alguma polémica. Na altura, a Direção-Geral da Saúde pediu mais tempo para se realizarem estudos sobre as vacinas e Governo decidiu esperar pelo parecer técnico.</p>
<p>Numa entrevista ao Observador, no passado mês de outubro, a Diretora-Geral da Saúde considerou que os deputados deviam “ter tido um bocadinho mais de confiança nos seus próprios órgãos técnicos”.</p>
<p>&#8220;A Direção-Geral é uma instituição do Ministério da Saúde e é escrutinada pelos parlamentares. Eles tinham forma de nos escrutinarem, recomendarem e saberem o que nós estávamos a fazer. Dito isto, as coisas poderiam ter ocorrido de outra forma, obviamente”, disse a diretora-geral da Saúde.</p>
<p>Esta sexta-feira, a diretora-geral da Saúde garantiu que “foi com aval da Comissão Técnica de Vacinação” que se decidiu alargar, agora, a vacina contra a meningite B a todas as crianças no primeiro ano de vida, incluir os rapazes na vacinação contra o HPV e a introduzir a vacina contra o rotavírus apenas para grupos de risco.</p>
<p>&#8220;Todas estas vacinas foram recomendação da Comissão Técnica à DGS. Nós acolhemos essa recomendação e propusemos à tutela, que aprovou”, afirmou a Dr.ª Graça Freitas.</p>
<p>O Orçamento do Estado para 2020 dava conta de um encargo de 10,9 milhões de euros com o alargamento do PNV. Aquando da polémica, a diretora-geral da Saúde tinha dito que a inclusão destas vacinas no programa teria um custo de 15 milhões de euros. Na conferência de imprensa, esclareceu que esse seria o valor se as vacinas fossem para toda a população, o que não irá acontecer — é o caso da vacina contra o rotavírus —, pelo que a verba prevista no Orçamento de Estado, de acordo com a Dr.ª Graça Freitas, é suficiente. O custo estimado para a vacina contra a meningite B é de cerca de sete milhões e a do HPV para os rapazes deverá rondar os 3 e os 3,5 milhões de euros — a rotavírus não terá “custos significativos”, uma vez que irá abranger apenas grupos de risco. Estes valores poderão variar “sobretudo para menos” com os concursos que serão realizados para a compra destas vacinas.</p>
<p>Estas atualizações do PNV serão publicadas em Diário da República. Em seguida, irá proceder-se à compra destas vacinas para todo o país — algo que está, contudo, dependente “da sua disponibilidade no mercado internacional” — e serão elaboradas e divulgadas normas, de forma a permitir a operacionalização destas alterações por parte dos serviços de saúde e dos profissionais, “a nível regional e local”. Depois será feita uma “atualização da plataforma de registo central de vacinas” e serão criados dois planos: um de formação, para os profissionais de saúde que vão “promover e aplicar estas vacinas” e um de comunicação para os cidadãos.</p>
<p>O alargamento do PNV representará um investimento estimado em cerca de 11 milhões de euros. O secretário de Estado da Saúde, o Dr. António Sales, garantiu que o Governo vai, a partir de agora, &#8220;dar seguimento a um processo técnico, normativo e logístico para assegurar que as diferentes unidades de saúde venham implementar estas três vacinas&#8221;.</p>
<p>O governante sublinhou que &#8220;Portugal pode orgulhar-se do seu PNV, que tem uma taxa de cobertura de cerca de 98%&#8221;, e deixou um apelo à vacinação: &#8220;Queria deixar uma mensagem às mães para que vacinem as suas crianças, porque estão a promover adultos mais saudáveis no amanhã.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Vacina contra o HPV para rapazes está “no limiar do que é custo-efetivo ou não é”</strong><br />Numa entrevista ao Observador, a Dr.ª Graça Freitas tinha falado sobre estas três vacinas. Sem revelar que vacinas iriam ou não ser incluídas no programa — nem quais tinham sido as recomendações da Direção-Geral de Saúde (DGS)—, disse que foi feita uma avaliação custo-efetividade e que a vacina contra o HPV para rapazes está “no limiar do que é custo-efetivo ou não é”.</p>
<p>” (…) Quando um país como nós tem elevadíssimas taxas de cobertura no sexo feminino, é muito difícil que a vacina [do HPV para os rapazes] seja custo-efetiva, porque isso funciona como reservatórios do vírus.” “quando um país como nós tem elevadíssimas taxas de cobertura no sexo feminino, é muito difícil que a vacina [do HPV para os rapazes] seja custo-efetiva, porque isso funciona como reservatórios do vírus”, acrescentou.</p>
<p>A diretora-geral da Saúde explicou ainda que a inclusão de vacinas para “determinados grupos de risco” no PNV — que é o caso a meningite B — era a forma que tinha de “garantir que sempre vão ter sustentabilidade financeira e que ninguém as põe e tira”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: 8pt;">Fonte: Observador/TSF</span></p>
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		<title>Transversalidade da infeção por HPV exige abordagem multidisciplinar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Dec 2019 12:26:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[HPV]]></category>
		<category><![CDATA[HPV Clinical Cases]]></category>
		<category><![CDATA[MSD]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O&#160;Dr. Daniel Pereira da Silva, presidente da Federação das Sociedades Portuguesas de Ginecologia e Obstetrícia, foi desafiado pelo My Pediatria a comentar a relação entre o&#160;papiloma humano (HPV) e as várias especialidades afetadas por este vírus.&#160;Em vídeo, o médico aponta a partilha de &#8220;experiência e conhecimento&#8221; dos outros especialistas como fatores determinantes no tratamento da [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O<strong>&nbsp;Dr. Daniel Pereira da Silva,</strong> presidente da Federação das Sociedades Portuguesas de Ginecologia e Obstetrícia, foi desafiado pelo My Pediatria a comentar a relação entre o&nbsp;papiloma humano (HPV) e as várias especialidades afetadas por este vírus.&nbsp;Em vídeo, o médico aponta a partilha de &#8220;experiência e conhecimento&#8221; dos outros especialistas como fatores determinantes no tratamento da doente com infeção por HPV. Assista ao depoimento.</p>
</p>
<p><span id="more-212451"></span></p>
<p>Como garante o especialista, no tratamento deste vírus é &#8220;importante que cada clínico tenha um&nbsp;contacto próximo com as outras especialidades&#8221;, aponta. O vírus pode &#8220;ter localizações diferentes, mas tem uma base fisiopatológica comum&#8221;, salienta o especialista, salientando a importância deste tipo de eventos &#8211; HPV Clinical Cases &#8211; pelo seu &#8220;caráter enriquecedor&#8221;.&nbsp;</p>
<p>A visão &#8220;multidisciplinar e alargada&#8221; reflete-se diretamente no aumento do benefício dos Cuidados de Saúde das doentes.</p>
<p>A entrevista decorreu a propósito do evento HPV Clinical Cases, reunião científica da qual fez parte na qualidade de moderador da mesa &#8220;Colo do útero&#8221;.</p>
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