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	<title>natalidade Archives - My Pediatria</title>
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	<title>natalidade Archives - My Pediatria</title>
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		<title>Número de nascimentos em Portugal atinge o valor mais elevado dos últimos sete anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Apr 2019 14:01:43 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[natalidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O número de nascimentos em Portugal atingiu o valor mais elevado dos últimos sete anos, no primeiro trimestre de 2019, período em que foram rastreados 21.348 recém-nascidos, de acordo com o número de &#8220;testes do pezinho&#8221; realizados. Os dados são do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA), que indicam que nos três primeiros [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O número de nascimentos em Portugal atingiu o valor mais elevado dos últimos sete anos, no primeiro trimestre de 2019, período em que foram rastreados 21.348 recém-nascidos, de acordo com o número de &#8220;testes do pezinho&#8221; realizados. Os dados são do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA), que indicam que nos três primeiros meses do ano nasceram, pelo menos, mais 984 crianças face ao mesmo período de 2018, quando tinham sido estudados 20.364 recém-nascidos, no âmbito Programa Nacional de Diagnóstico Precoce.</p>
<p><span id="more-212258"></span></p>
<p>O número de nascimentos em Portugal atingiu o valor mais elevado dos últimos sete anos, no primeiro trimestre de 2019, período em que foram rastreados 21.348 recém-nascidos, de acordo com o número de &#8220;testes do pezinho&#8221; realizados. Os dados são do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA), que indicam que nos três primeiros meses do ano nasceram, pelo menos, mais 984 crianças face ao mesmo período de 2018, quando tinham sido estudados 20.364 recém-nascidos, no âmbito Programa Nacional de Diagnóstico Precoce.</p>
<p>Desde 2012 que não eram estudados tantos recém-nascidos. Nos primeiros três meses do ano registaram-se 21.750 bebés, observam os dados baseados nos &#8220;testes do pezinho&#8221;, que cobrem quase a totalidade dos nascimentos em Portugal, apesar de não ser um teste obrigatório.</p>
<p>Em 2014, foram realizados no primeiro trimestre do ano 19.574 testes, número que subiu para 21.348 este ano, mais 1.776, o que significa um aumento de 9%.</p>
<p>Lisboa foi o distrito com mais exames realizados (6.419), seguido do Porto (3.814), Setúbal (1.596), Braga (1.562), Aveiro (1.091) e Faro (1.082).</p>
<p>Guarda foi o distrito onde menos crianças realizaram o teste (165), segundo os dados do programa coordenado pelo INSA, janeiro foi o mês que registou o maior número de exames feitos (8.291), seguido de março (6.642) e de fevereiro (6.415).</p>
<p>Em 2018, houve 86.827 recém-nascidos, mais 674 do que em 2017, ano em que foram realizados 86.180 &#8220;testes do pezinho&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Teste do pezinho</strong></p>
<p>O &#8220;teste do pezinho&#8221; é realizado a partir do terceiro dia de vida do recém-nascido, através da recolha de umas gotículas de sangue no pé da criança, e permite diagnosticar algumas doenças graves que clinicamente são muito difíceis de diagnosticar nas primeiras semanas de vida e que mais tarde podem provocar atraso mental, alterações neurológicas graves, alterações hepáticas ou até situações de coma.</p>
<p>Coordenado pelo INSA, através da sua Unidade de Rastreio Neonatal, Metabolismo e Genética, o Programa Nacional de Diagnóstico Precoce cobre a quase totalidade de nascimentos.</p>
<p>O teste não é obrigatório e pode haver sempre mais nascimento do que testes, mas continua a ser um indicador relativo à natalidade em Portugal, tendo em conta uma taxa de quase 100% de cobertura do programa.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Em Portugal as mulheres são mães cada vez mais tarde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Jan 2019 12:11:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto]]></category>
		<category><![CDATA[natalidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As mulheres são mães cada vez mais tarde em Portugal. Em 2015, as mães com 35 anos ou mais representavam já quase 30% do total, colocando o país na quinta posição da União Europeia a este nível, segundo dados do European Perinatal Health Report, um relatório divulgado no final de 2018. A investigação foi desenvolvida [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As mulheres são mães cada vez mais tarde em Portugal. Em 2015, as mães com 35 anos ou mais representavam já quase 30% do total, colocando o país na quinta posição da União Europeia a este nível, segundo dados do European Perinatal Health Report, um relatório divulgado no final de 2018.</p>
<p><span id="more-212164"></span></p>
<p>A investigação foi desenvolvida no âmbito do projeto europeu Euro-Peristat, coordenado pelo Institut National de la Santé et de la Recherche (Inserm) e do qual o Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto (ISPUP) é parceiro.</p>
<p>Segundo os dados do relatório existe uma tendência geral para se ter filhos mais tarde no continente. A exceção acontece na Alemanha, na Estónia, na Holanda e na Suécia. Em Portugal, Espanha, Grécia e Irlanda a percentagem de mães tardias disparou entre 2010 e 2015.</p>
<p>Segundo Henrique Barros, pesidente do ISPUP e um dos autores do relatório, “é interessante verificar que foi nos países mais afetados pela crise económica e financeira que as mulheres mais adiaram a maternidade”. O investigador sublinha que “são necessárias políticas de suporte às mães e pais trabalhadores para incentivar a maternidade em idades mais jovens”, acrescentando que os serviços de saúde em países que têm mães em idades mais avançadas têm de garantir que as necessidades destas mulheres são asseguradas durante a gravidez”.</p>
<p>Indicadores positivos e negativos em Portugal</p>
<p>O relatório, o quarto elaborado pelo Euro-Peristat desde 2004, e que analisou dados relativos a cinco milhões de partos ocorridos em 2015, comparando-os com números de 2010, mostra que Portugal está bem posicionado em indicadores como mortalidade infantil e a maternidade na adolescência (antes dos 20 anos). Contudo, existem outros indicadores com resultados não tão positivos.</p>
<p>Por exemplo, estão a nascer no país cada vez mais crianças com baixo peso (menos de 2500 gramas), 8,9% em 2015, uma das proporções mais elevadas dos países da União Europeia, e que se poderá justificar em parte pelo aumento da maternidade tardia, presença de doença crónica e pelo maior número de gravidezes múltiplas (gémeos).</p>
<p>Relativamente a este indicador, Henrique Barros frisa que “se temos menos bebés pré-termo e mais com baixo peso, significa que estão a ocorrer circunstâncias que estão a dificultar a nutrição fetal”. O relatório inclui números de 19 países sobre o tabagismo durante a gravidez, mas não existem números para Portugal, e esta é uma causa de baixo peso.</p>
<p>Quanto às taxas de mortalidade neonatal (até 28 dias após o parto), constatou-se que, no geral, a situação melhorou, tendo as taxas baixado cerca de 10% face a 2010. Neste aspeto, Portugal está bem colocado, mas “há ainda espaço para melhorar, uma vez que existem países com números de mortalidade neonatal mais baixos”. Além disso, é necessário saber quantos bebés morrem e em que circunstâncias morrem, assim como conhecer os dados das maternidades e hospitais privados, onde são feitos cerca de 15% dos partos.</p>
<p>No que toca os partos por cesariana, verificou-se que entre 2010 e 2015 a situação melhorou em Portugal, mas, segundo o presidente do ISPUP, os números continuam elevados.</p>
<p><span style="font-size: 8pt;">Fonte: ISPUP</span></p>
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