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	<title>puerpério Archives - My Pediatria</title>
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	<description>Plataforma multimédia dirigida à comunidade médica da área da Pediatria e outros profissionais de saúde envolvidos no tratamento das doenças pediátricas.</description>
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		<title>Normas de Orientação recomendam rastreio universal de anemia e ferropenia para as grávidas portuguesas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Aug 2019 09:54:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Reconhecida como um problema global de saúde pública, a anemia afeta cerca de um quarto da população mundial, com a Organização Mundial da Saúde (OMS) a estimar, em 2011, uma prevalência de anemia gestacional de 38%, valor que chega aos 26% na Europa. Em Portugal, os dados do estudo EMPIRE, que caracterizou a prevalência de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Reconhecida como um problema global de saúde pública, a anemia afeta cerca de um quarto da população mundial, com a Organização Mundial da Saúde (OMS) a estimar, em 2011, uma prevalência de anemia gestacional de 38%, valor que chega aos 26% na Europa.</p>
<p><span id="more-212360"></span></p>
<p>Em Portugal, os dados do estudo EMPIRE, que caracterizou a prevalência de anemia na população portuguesa, confirmaram este problema, ainda que com diferenças regionais. Esta preocupação mundial levou a Sociedade Portuguesa de Obstetrícia e Medicina Materno-Fetal (SPOMMF) a publicar um conjunto de <a href="http://www.spommf.pt/wp-content/uploads/2019/07/Norma-Anemia-na-Gravidez-e-no-Puerpe%CC%81rio.pdf" target="_blank" rel="noopener">Normas de Orientação Clínica referentes à Anemia na Gravidez e no Puerpério</a>, das quais fazem parte a recomendação da realização do rastreio universal de anemia e ferropenia.</p>
<p>Tendo em conta que “a anemia ferropénica é a causa mais frequente de anemia gestacional”, a SPOMMF define que o rastreio deve ser concretizado através da realização de um hemograma e da determinação da ferritina sérica, na pré-conceção e/ou 1º trimestre, entre as 24 e 28 semanas de gravidez e no 3º trimestre de gravidez. É ainda “essencial que todas as mulheres recebam aconselhamento dietético, relativamente a como aumentar a ingestão e absorção de ferro”, como forma de prevenção, lê-se no documento.</p>
<p>Nesta fase da vida da mulher, o défice de ferro pode ir desde o estado de depleção de ferro sem anemia, ou seja, uma ausência de reservas de ferro, com hemoglobina normal, até à anemia ferropénica. Uma situação que aumenta o risco de transfusão periparto, pré-eclâmpsia, descolamento prematuro de placenta normalmente inserida, falência cardíaca e até morte. Ainda que para o feto o défice em ferro seja raro, estão descritas situações de anemia ferropénica grave associadas a desfechos perinatais adversos, entre os quais o parto pré-termo, restrição de crescimento fetal e até morte fetal.</p>
<p>As normas, agora publicadas, incluem ainda as melhores opções terapêuticas para os diferentes tipos de anemia na gravidez e a suplementação, não só com ácido fólico, que “é uma medida universalmente preconizada para a prevenção dos defeitos do tubo neural”, mas também com ferro, em mulheres sem anemia.</p>
<p>Para mais informações, clique <a href="https://www.facebook.com/anemiawgp/?fref=ts" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
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