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	<title>24º Congresso Nacional de Pediatria Archives - My Pediatria</title>
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	<description>Plataforma multimédia dirigida à comunidade médica da área da Pediatria e outros profissionais de saúde envolvidos no tratamento das doenças pediátricas.</description>
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	<title>24º Congresso Nacional de Pediatria Archives - My Pediatria</title>
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		<title>O futuro da saúde das crianças em discussão na reunião major e num balanço “muito positivo”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Oct 2024 16:08:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[24º Congresso Nacional de Pediatria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Num balanço “muito positivo” e com cerca de 1200 participantes, André Graça, presidente do 24.º Congresso Nacional de Pediatria, manifesta-se orgulhoso do evento com “elevada afluência às sessões, com muito interesse e participação”. Esta é também uma oportunidade dos especialistas, recém-especialistas e internos se atualizarem e assistirem aos principais tópicos relativos à saúde das crianças [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Num balanço “muito positivo” e com cerca de 1200 participantes, <strong>André Graça</strong>, presidente do 24.º Congresso Nacional de Pediatria, manifesta-se orgulhoso do evento com “elevada afluência às sessões, com muito interesse e participação”. Esta é também uma oportunidade dos especialistas, recém-especialistas e internos se atualizarem e assistirem aos principais tópicos relativos à saúde das crianças no contexto clínico. Assista à entrevista.</p>
<p><span id="more-213555"></span></p>
<p><iframe src="https://player.vimeo.com/video/1024781809?badge=0&amp;autopause=0&amp;player_id=0&amp;app_id=58479" width="780" height="439" title="ANDRÉ GRAÇA (1)" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write"></iframe></p>
<p>Sendo a Sociedade Portuguesa de Pediatria (SPP) constituída por 19 grupos de subespecialização, “a forma como organizamos o Congresso é feita para dar voz a cada uma delas, organizando ou sugerindo temas para cada uma das mesas, e, portanto, todas elas são igualmente importantes na perspetiva daquilo que é a SPP, como casa mãe de todas esses grupos, daí ser difícil destacar sessões, pois todas são relevantes”, refere André Graça.</p>
<p>O Congresso foi também uma oportunidade para a apresentação do livro “Os Direitos da Criança &#8211; Em Contexto de Saúde em Portugal”, por Maria do Céu Machado: “enquanto algo que foi feito noutros países, enquanto Sociedade achámos que seguramente era uma iniciativa que deveríamos acarinhar e foi isso que fizemos”.</p>
<p>A participação notória das camadas mais jovens é uma das prioridades traçadas por André Graça, refletida também na escolha dos temas para o Congresso: “Por vezes, aquilo que os colegas com mais experiência veem como mais importante não é aquilo que verdadeiramente preocupa os colegas mais jovens e, portanto, isso também é importante para nos criar aqui uma panóplia variada de temas que nos sejam importantes para todos. Eu penso que a criação e a existência deste grupo de internos é muito positivo para a sociedade e para o futuro da sociedade”, reflete.</p>
<p>O 24.º Congresso Nacional de Pediatria decorreu de 23 a 25 de outubro, no Centro de Congressos do Algarve, em Vilamoura.</p>
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		<title>Fibrose quística: “A sobrevida destes doentes tem aumentado de uma forma exponencial ao longo dos últimos anos”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Oct 2024 16:06:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[24º Congresso Nacional de Pediatria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Fibrose quística e a mudança de paradigma com uso dos moduladores do CFTR” foi o tema que Telma Barbosa, especialista em Pediatria no Centro Materno Infantil do Norte (CMIN), da ULS de Santo António, trouxe ao 24.º Congresso Nacional de Pediatria. A News Farma conversou com a especialista sobre esta doença genética rara, autossómica recessiva, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“Fibrose quística e a mudança de paradigma com uso dos moduladores do CFTR” foi o tema que <strong>Telma Barbosa</strong>, especialista em Pediatria no Centro Materno Infantil do Norte (CMIN), da ULS de Santo António, trouxe ao 24.º Congresso Nacional de Pediatria. A News Farma conversou com a especialista sobre esta doença genética rara, autossómica recessiva, que afeta cerca de 400 pessoas, em Portugal, com uma incidência estimada de um para oito mil. Apesar do aumento da sobrevida destes doentes, a especialista alerta que é importante “continuar a trabalhar no diagnóstico e procurar tratar estas crianças logo numa fase precoce, para permitir que tenham uma vida adulta saudável”. Assista à entrevista.</p>
<p><span id="more-213553"></span></p>
<p><iframe src="https://player.vimeo.com/video/1024457808?h=ac379e6809&amp;badge=0&amp;autopause=0&amp;player_id=0&amp;app_id=58479" width="780" height="439" title="Fibrose quística: “A sobrevida destes doentes tem aumentado de uma forma exponencial ao longo dos últimos anos”" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write"></iframe></p>
<p>A grande causa de morbilidade e mortalidade da fibrose quística é o pulmão, uma vez que “quando a função pulmonar começa a degradar, a única opção, se não revertermos a situação, é o transplante pulmonar”, salienta. Com diferentes graus de gravidade, “cuja variabilidade da representação clínica está relacionada com a mutação em questão e os fatores socioeconómicos e ambientais, a mutação mais frequente é a F508del”, refere.</p>
<p>Podendo ser diagnosticada através do teste do pezinho e da prova de suor, os sintomas mais comuns da doença e aos quais os especialistas devem estar particularmente atentos são: asmas de difícil controlo, tosse com expetoração frequente, bronquiectasias de etiologia não esclarecida, má evolução de peso ou uma diarreia crónica. Porém, a especialista alerta que, na fase adulta, também a infertilidade masculina pode ser um dos sinais de fibrose quística.</p>
<p>A complexidade da doença faz com que interfira com a qualidade de vida dos doentes. “Os órgãos classicamente afetados são o pulmão e o intestino, mas há muitos outros órgãos que estão afetados” e, para contornar os efeitos, a especialista reflete que é importante adotar a terapêutica indicada pelo médico, além da adoção de uma prática regular de exercício físico e hábitos de vida saudáveis.</p>
<p>A evolução terapêutica nesta patologia tem sido crescente e Telma Barbosa destaca que “recentemente, nos Estados Unidos da América, apareceram fármacos que permitem corrigir a proteína que não funciona e isso permite que ela funcione de uma maneira praticamente normal, em alguns casos, e, por isso, o seu funcionamento adequado vai fazer com que essas secreções e esse muco mais espesso fique fluído e consiga ser eliminado e assim, não existe proliferação bacteriana”, sendo esta terapêutica “o mais próximo que temos atualmente da cura”.</p>
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		<item>
		<title>A importância de um sistema nacional de vigilância ativo em prol dos cuidados prestados a crianças com doenças raras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Oct 2024 15:50:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[24º Congresso Nacional de Pediatria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“UVP Portuguesa: aprendizagens do passado e passos para o futuro” foi o tema que Marta Valente, especialista em Pediatria na ULS de São José, trouxe ao 24.º Congresso Nacional de Pediatria. “Com o passado aprendemos que é possível montar um esquema de vigilância, mas que também é possível melhorar a existência desse esquema de vigilância. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“UVP Portuguesa: aprendizagens do passado e passos para o futuro” foi o tema que <strong>Marta Valente</strong>, especialista em Pediatria na ULS de São José, trouxe ao 24.º Congresso Nacional de Pediatria. “Com o passado aprendemos que é possível montar um esquema de vigilância, mas que também é possível melhorar a existência desse esquema de vigilância. Além disso, aprendemos como a rede nacional pode ser integrada em redes internacionais e que, acima de tudo, as doenças raras devem ocupar a devida importância”. Assista à entrevista.</p>
<p><span id="more-213551"></span></p>
<p><iframe src="https://player.vimeo.com/video/1024673745?badge=0&amp;autopause=0&amp;player_id=0&amp;app_id=58479" width="780" height="439" title="MARTA VALENTE" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write"></iframe></p>
<p>Assim, com a experiência do passado, pretende-se levar para o futuro a implementação de “um sistema que seja mais robusto, que de alguma maneira nos dê uma maior consistência naquilo que conseguimos recolher em termos de dados e, no fundo, possamos motivar os pediatras, os profissionais de saúde, a implementar novamente uma rede de vigilância que já mostrou ser tão importante no passado e que nos dias que correm vai ser tão importante, também”, salienta.</p>
<p>O 24.º Congresso Nacional de Pediatria decorreu de 23 a 25 de outubro, no Centro de Congressos do Algarve, em Vilamoura.</p>
<p>The post <a href="https://mypediatria.pt/entrevistas/a-importancia-de-um-sistema-nacional-de-vigilancia-ativo-em-prol-dos-cuidados-prestados-a-criancas-com-doencas-raras/">A importância de um sistema nacional de vigilância ativo em prol dos cuidados prestados a crianças com doenças raras</a> appeared first on <a href="https://mypediatria.pt">My Pediatria</a>.</p>
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		<item>
		<title>“Pretendemos criar uma Unidade de Vigilância Epidemiológica Pediátrica em Portugal”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Oct 2024 15:47:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[24º Congresso Nacional de Pediatria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Enquanto moderadora da sessão “Investigação em Pediatria – Vigilância Epidemiológica”, Cláudia Melo, secretária adjunta (secções) da Sociedade Portuguesa de Pediatria (SPP), refere que o grande objetivo passou por “lançar novamente o desafio de criarmos uma Unidade de Vigilância Epidemiológica Pediátrica, isto na tentativa de promovermos estudos, não só de incidência e de prevalência de doenças [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto moderadora da sessão “Investigação em Pediatria – Vigilância Epidemiológica”, <strong>Cláudia Melo</strong>, secretária adjunta (secções) da Sociedade Portuguesa de Pediatria (SPP), refere que o grande objetivo passou por “lançar novamente o desafio de criarmos uma Unidade de Vigilância Epidemiológica Pediátrica, isto na tentativa de promovermos estudos, não só de incidência e de prevalência de doenças raras, mas também estudos que venham a acrescentar algo sobre estas doenças raras e que tenham implicação na nossa prática clínica”. Assista à entrevista.</p>
<p><span id="more-213549"></span></p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://player.vimeo.com/video/1024672843?badge=0&amp;autopause=0&amp;player_id=0&amp;app_id=58479" width="780" height="439" title="CLÁUDIA MELO" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write"></iframe></p>
<p>A especialista refere que em Portugal há uma forte dependência dos registos de Saúde Pública e dos registos do Ministério da Saúde e, no fundo, “pretende-se, com esta ação, contribuir para esses registos, enquanto pediatras, para uma melhor notificação destas doenças raras e para complementar esta informação”.</p>
<p>O 24.º Congresso Nacional de Pediatria decorreu de 23 a 25 de outubro, no Centro de Congressos do Algarve, em Vilamoura.</p>
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		<item>
		<title>“É fundamental estar alerta para as diferentes manifestações da imunodeficiência primária”</title>
		<link>https://mypediatria.pt/entrevistas/e-fundamental-estar-alerta-para-as-diferentes-manifestacoes-da-imunodeficiencia-primaria/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Oct 2024 15:45:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[24º Congresso Nacional de Pediatria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Enquanto moderador da sessão “Imunodeficiências Primárias”, durante o 24.º Congresso Nacional de Pediatria, João Farela Neves, diretor do Departamento de Pediatria do Hospital da Luz Lisboa, salienta que o principal objetivo da sessão passou por “sensibilizar os pediatras para a existência de manifestações subtis inflamatórias, autoimunes, oncológicas e neoplásicas alérgicas, que possam ter como base [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto moderador da sessão “Imunodeficiências Primárias”, durante o 24.º Congresso Nacional de Pediatria, <strong>João Farela Neves</strong>, diretor do Departamento de Pediatria do Hospital da Luz Lisboa, salienta que o principal objetivo da sessão passou por “sensibilizar os pediatras para a existência de manifestações subtis inflamatórias, autoimunes, oncológicas e neoplásicas alérgicas, que possam ter como base uma imunodeficiência primária, para a qual é preciso estar alerta”. Leia a entrevista.</p>
<p><span id="more-213547"></span></p>
<p>A sessão contou com duas palestras, uma sobre “Pele e auto-inflamação” e outra sobre “Erros inatos da imunidade de apresentação tardia”. A primeira contou com a abordagem às diferentes manifestações cutâneas, perante grupos de doenças muito variados: “são mais de 100 as doenças que se podem manifestar desta forma e que foram agrupadas de acordo com diferentes manifestações em crianças com eczema predominante, lesões nodulares predominantes, vasculites predominantes, permitindo chegar a diagnósticos que depois nos permitam adequar a terapêutica”, reflete.</p>
<p>Sendo os erros inatos da imunidade uma sub-especialidade relativamente recente na Pediatria, mas que “tem tido uma expansão gigante nos últimos anos, neste momento estamos muito alerta para novos diagnósticos de novas patologias, que nos permitem ajudar as crianças e as famílias em termos de diagnóstico, qualidade de vida e intervenções terapêuticas”. Assim, no segundo momento da sessão o objetivo passou por “demonstrar que os Erros Inatos da Imunidade, ao contrário daquilo que a maior parte das pessoas pensa, não é exclusivamente da Pediatria. As manifestações dos doentes podem ser mais subtis ou mais graves e há muitos casos onde as manifestações começam na idade adulta, eventualmente adolescente tardio, idade adulta ou então mesmo no idoso e, portanto, é muito importante estar alerta, tendo em conta que o diagnóstico permite melhorar muito a sobrevida dos doentes”, salienta.</p>
<p>As principais dificuldades prendem-se com o diagnóstico e, nesse sentido, o especialista reforça a importância de estar atento às diferentes manifestações de imunodeficiência primária e dos médicos entrarem em contacto com os centros especializados, “que estão muito treinados e preparados para fazer o diagnóstico e orientação”. Relativamente ao acesso das terapêuticas, o especialista refere que “não existem grandes dificuldades nos hospitais pediátricos em ter acesso às terapêuticas, mesmo em <em>off-label</em> e, portanto, estamos relativamente bem nesse ponto”.</p>
<p>A sessão muito participada, sendo, para João Farela Neves “muito gratificante ver a adesão das pessoas”, abordou-se assim a questão da multidisciplinaridade e a interdisciplinaridade que permite “para quem trata doenças raras, conseguir, em conjunto com outras especialidades, trabalhar, em equipa, para conseguir fazer diagnósticos mais corretos e mais precisos para os doentes”.</p>
<p>O 24.º Congresso Nacional de Pediatria decorreu de 23 a 25 de outubro, no Centro de Congressos do Algarve, em Vilamoura.</p>
<p>The post <a href="https://mypediatria.pt/entrevistas/e-fundamental-estar-alerta-para-as-diferentes-manifestacoes-da-imunodeficiencia-primaria/">“É fundamental estar alerta para as diferentes manifestações da imunodeficiência primária”</a> appeared first on <a href="https://mypediatria.pt">My Pediatria</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>“Todas as crianças que recorrem ao Serviço de Urgência e que apresentam uma hipoglicemia devem ser investigadas”</title>
		<link>https://mypediatria.pt/entrevistas/todas-as-criancas-que-recorrem-ao-servico-de-urgencia-e-que-apresentam-uma-hipoglicemia-devem-ser-investigadas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Oct 2024 15:40:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[24º Congresso Nacional de Pediatria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A especialista em Pediatria na ULS de Santa Maria, Carla Pereira, marcou presença no 24.º Congresso Nacional de Pediatria com o tema “Hipoglicemia no Serviço de Urgência: como atuar?”. As crianças com maior risco de hipoglicemia são as que têm diabetes e, nesses casos, a especialista refere que “os protocolos de atuação na hipoglicemia estão [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://mypediatria.pt/entrevistas/todas-as-criancas-que-recorrem-ao-servico-de-urgencia-e-que-apresentam-uma-hipoglicemia-devem-ser-investigadas/">“Todas as crianças que recorrem ao Serviço de Urgência e que apresentam uma hipoglicemia devem ser investigadas”</a> appeared first on <a href="https://mypediatria.pt">My Pediatria</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A especialista em Pediatria na ULS de Santa Maria, <strong>Carla Pereira</strong>, marcou presença no 24.º Congresso Nacional de Pediatria com o tema “Hipoglicemia no Serviço de Urgência: como atuar?”. As crianças com maior risco de hipoglicemia são as que têm diabetes e, nesses casos, a especialista refere que “os protocolos de atuação na hipoglicemia estão bem definidos”. Porém, as situações mais particulares são as das crianças que aparecem nas Urgências e essas, devem ser investigadas. Assista à entrevista.</p>
<p><span id="more-213545"></span></p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://player.vimeo.com/video/1024673026?badge=0&amp;autopause=0&amp;player_id=0&amp;app_id=58479" width="780" height="439" title="CARLA PEREIRA" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write"></iframe></p>
<p>Essas investigações são “muitas vezes difíceis e extensas e, portanto, há que simplificá-las de forma a estratificar o risco que aquela criança tem de poder ter uma doença desconhecida até à data, mas que a torna suscetível à hipoglicemia”. E isto é importante porque “as hipoglicemias podem ser graves e, nas crianças pequenas, podem deixar sequelas neurológicas ou conduzir à morte em situações extremas”. Nesse sentido, a especialista apresentou um algoritmo que facilita a abordagem no Serviço de Urgência e permite diagnosticar as crianças que apresentam situações graves que podem conduzir à hipoglicemia”.</p>
<p>Enquanto principais desafios no diagnóstico das hipoglicemias, Carla Pereira destaca o facto de as crianças mais pequenas terem dificuldades em se exprimir. Além disso, o facto de a criança apresentar hipoglicemia no contexto de urgência pode prejudicar um diagnóstico mais claro: “Quando diagnosticamos, temos que saber depois como atuar e, às vezes, na urgência, o que se faz é tentar rapidamente corrigir a hipoglicemia, através da administração de açúcar, glicose ou por via oral ou por via endovenosa e essa pressa em tratar impede-nos de chegar a um diagnóstico”, reflete.</p>
<p>O 24.º Congresso Nacional de Pediatria decorreu de 23 a 25 de outubro, no Centro de Congressos do Algarve, em Vilamoura.</p>
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