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	<title>sarampo Archives - My Pediatria</title>
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	<description>Plataforma multimédia dirigida à comunidade médica da área da Pediatria e outros profissionais de saúde envolvidos no tratamento das doenças pediátricas.</description>
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		<title>Uma em cada 10 crianças com 13 meses sem proteção contra sarampo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2020 09:40:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[PNV]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma em cada 10 crianças com 13 meses de idade em Portugal não tinham no final do ano passado qualquer vacina contra o sarampo. São estas as informações reveladas no relatório do Programa Nacional de Vacinação (PNV), divulgado no passado dia 24 de abril. O&#160;documento, que faz uma avaliação do cumprimento do PNV em 2019, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma em cada 10 crianças com 13 meses de idade em Portugal não tinham no final do ano passado qualquer vacina contra o sarampo. São estas as informações reveladas no relatório do Programa Nacional de Vacinação (PNV), divulgado no passado dia 24 de abril.</p>
<p><span id="more-212560"></span></p>
<p>O&nbsp;<a href="https://www.dgs.pt/documentos-e-publicacoes/boletim-n-3-do-programa-nacional-de-vacinacao-abril-2020-pdf.aspx" target="_blank" rel="noopener">documento</a>, que faz uma avaliação do cumprimento do PNV em 2019, refere que aos 13 meses de idade 14% das crianças ainda não tinham iniciado a vacinação contra o sarampo, nem contra a doença invasiva meningocócica do grupo C, que devem ser administradas aos 12 meses.</p>
<p>“Este facto coloca as crianças desta idade em risco de surtos de sarampo, se contactarem com casos, uma vez que estão, na sua maioria, juntas em creches, sem beneficiarem da imunidade de grupo, conferida a partir de uma cobertura de 95%”, alerta o documento da Direção-Geral da Saúde (DGS).</p>
<p>A Dr.ª Teresa Fernandes, coordenadora do PNV afirma que, apesar da doença meningocócica normalmente não se manifestar sob a forma de surtos, “é uma doença muito grave nas crianças pequenas” e “quanto mais cedo estiverem imunizadas, melhor”.</p>
<p>“Nós temos imunidade de grupo para a doença meningocócica C, mas aos 12 meses devem vacinar-se o mais cedo possível, para não ficarem suscetíveis”, afirma a responsável, acrescentado: “O mesmo acontece para o sarampo, mas para o sarampo é pior, pois é muito mais contagioso e pode gerar surtos. Temos sarampo por toda a Europa e nos quatro campos do mundo e isso não se pode mesmo descurar”.</p>
<p>A coordenadora sublinha ainda que “no caso do sarampo, o ideal seria ter os 95%, para se atingir a imunidade de grupo”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Cobertura aumentou na segunda dose do sarampo e HPV</strong></p>
<p>A cobertura vacinal subiu no ano passado para a segunda dose do sarampo e para a vacina do vírus do papiloma humano (HPV), de acordo com o relatório do PNV.</p>
<p>A Dr.ª Teresa Fernandes explica que Portugal está bem e que conseguiu, em 2019, “aumentar as taxas para algumas vacinas, como o sarampo, pois a segunda dose (que deve ser tomada aos 5 anos) já vai nos 96 ou 98% (de cobertura), ultrapassando a 95%”, que é quando se atinge a imunidade de grupo. A responsável acrescenta que “até aos 18 anos de idade estão todos com 98% de cobertura”.</p>
<p>O boletim adianta que, em 2019, os objetivos nacionais e internacionais do Programa de Eliminação do Sarampo foram cumpridos, assegurando que não existem surtos da doença em Portugal. Ainda assim, a Direção-Geral da Saúde (DGS) sublinha a importância de “melhorar a vacinação atempada para a primeira dose do esquema recomendado” para o sarampo.</p>
<p>A cobertura vacinal para o esquema completo da vacina HPV, por sua vez, atingiu os 91% dois anos após o início da vacinação e chegou aos 95% aos 14 anos de idade. Ultrapassou também os valores do ano passado, a partir dos 12 anos de idade, sendo que “as raparigas já têm 91 a 95%, já estão todas com o esquema completo”, afirma a Dr.ª Teresa Fernandes, que considera que estes são “excelentes resultados”.</p>
<p>A responsável destaca ainda a vacinação das grávidas, que continua a aumentar e, segundo as estimativas, atingiu os 88% de cobertura: “É fantástico para um grupo etário adulto, ainda por cima as grávidas, que é sempre uma situação em que as pessoas temem qualquer medicamento e também vacinas. É a confiança no PNV”, sublinha.</p>
<p>O relatório indica que a vacinação das grávidas contra a tosse convulsa “continua a destacar-se pela elevadíssima adesão que, três anos após a sua introdução no PNV, continua a aumentar. Estes resultados criam elevadas expectativas na consolidação do controlo da tosse convulsa nas crianças até aos 2 meses de idade”, acrescenta.</p>
<p>Mais de 95% das crianças estão protegidas contra 11 doenças até aos 7 anos de idade e atingiram-se valores próximos dos 95% nas vacinas administradas até aos 25 anos de idade. O documento regista ainda “bons resultados” na vacinação dos adultos contra o tétano, “com valores de 80% a 92% nas ‘idades-chave’ da vacinação”. A avaliação demonstra uma “contínua melhoria da cobertura vacinal no grupo dos 65 anos, que passou de 76% em 2015, para 78% em 2016 e 82% em 2019”, acrescenta o documento.</p>
<p>“É nossa ambição que a vacinação seja o resultado de decisões informadas e esclarecidas, com conhecimento sobre o risco da ação e o risco da inação”, alerta a DGS nas notas finais do documento, sublinhando o momento atual de emergência de saúde pública internacional, com a pandemia da COVID-19.</p>
<p>Esta altura de pandemia “relembrou o mundo que, para além da proteção individual, a maioria das vacinas tem ainda a capacidade de, a partir de determinadas taxas de cobertura vacinal, interromper a circulação dos microrganismos na comunidade, através da imunidade de grupo”, frisa.</p>
<p>Em tempos de pandemia de COVID-19, “o risco de doenças evitáveis pela vacinação a nível internacional mantém-se e pode até aumentar, devendo, assim, ser dada particular importância à vacinação atempada dos grupos mais vulneráveis”, conclui o boletim.</p>
<p><span style="font-size: 8pt;">Fonte: Lusa</span></p>
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		<title>Sarampo foi a causa de morte de mais de 140 mil pessoas no mundo em 2018</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Dec 2019 10:44:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[sarampo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O sarampo foi a causa de morte de mais de 140 mil pessoas em 2018, segundo novas estimativas divulgadas no dia 5 de dezembro, pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e pelo Centro para Controlo e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos. As mortes por sarampo ocorreram num momento em que o número de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O sarampo foi a causa de morte de mais de 140 mil pessoas em 2018, segundo novas estimativas divulgadas no dia 5 de dezembro, pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e pelo Centro para Controlo e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos. As mortes por sarampo ocorreram num momento em que o número de casos continua a aumentar globalmente, afetando na maioria dos casos crianças menores de cinco anos.</p>
<p><span id="more-212460"></span></p>
<p>“O facto de qualquer criança morrer de uma doença evitável por vacina, como o sarampo, é francamente um ultraje e um fracasso coletivo em proteger as crianças mais vulneráveis do mundo. Para salvar vidas, precisamos de garantir que todos possam beneficiar das vacinas, o que significa investir em imunização e assistência médica de qualidade como um direito para todos”, afirma o Dr. Tedros Adhanom Ghebreysus, diretor-geral da OMS.</p>
<p>Bebés e crianças correm maior risco de infeções por sarampo, com possíveis complicações, como pneumonia e encefalite, que se refere ao inchaço ou inflamação do cérebro, bem como danos cerebrais permanentes, cegueira ou perda auditiva. O vírus pode ainda afetar a memória do sistema imunológico durante meses ou anos após a infeção, o que deixa os doentes vulneráveis a outras doenças potencialmente mortais.</p>
<p>O <a href="https://www.cdc.gov/mmwr/volumes/68/wr/mm6848a1.htm?s_cid=mm6848a1_w" target="_blank" rel="noopener">relatório</a> concluiu que os piores surtos do sarampo tiveram lugar na África Subsaariana, onde muitas crianças ficam sem vacinação de forma persistente. As taxas de vacinação em todo o mundo estagnaram durante cerca de uma década, sendo que, segundo dados da OMS e da UNICEF, menos de 70% das crianças globalmente receberam a segunda dose recomendada. A OMS acredita ainda que 95% da cobertura com duas doses da vacina contra o sarampo seja necessária em cada país e em todas as comunidades.</p>
<p>Estima-se que a vacinação contra o sarampo tenha salvado mais de 23 milhões de vidas nos últimos 18 anos. As estimativas divulgadas pela OMS apontam para 9,7 milhões de casos de sarampo em 2018 a nível mundial e 142 300 mortes, números superiores aos de 2017, quando foram estimados 7,5 milhões de casos e 124 mortes.</p>
<p>Os países mais afetados pela doença em 2018 foram a República Democrática do Congo (RDC), Libéria, Madagáscar, Somália e Ucrânia, sendo responsáveis por quase metade de todos os casos de sarampo no mundo. Em 2019, os Estados Unidos registaram o maior número de casos em 25 anos. Por sua vez, a Albânia, República Checa, Grécia e Reino Unido perderam o estatuto de eliminação do sarampo em 2018, após prolongados surtos da doença, o que acontece quando o sarampo volta a um país após ter sido declarado eliminado e a transmissão é contínua por mais de um ano.</p>
<p>Em 2018, houve um total de 353 236 casos reportados à OMS. Este ano, até meio de novembro, já tinham sido reportados globalmente mais de 413 mil casos. A Iniciativa Sarampo e Rubéola (M&amp;RI), que inclui a Cruz Vermelha Americana, CDC, UNICEF, Fundação das Nações Unidas e OMS, bem como Gavi Aliance, antes chamada Aliança Mundial para Vacinas e Imunização, estão a ajudar os países a responder aos surtos de sarampo com campanhas de vacinação de emergência. Também a OMS está a fornecer apoio aos países afetados, como a formação de profissionais de saúde.</p>
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		<title>Casos de sarampo aumentam em todo o mundo devido à falta de vacinação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Apr 2019 11:15:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os casos de sarampo dispararam em todo o mundo porque, nos últimos oito anos, uma média anual de mais de 20 milhões de crianças não recebeu a vacina correspondente, que é administrada em duas doses, o que dificulta o alcance da chamada imunidade coletiva para esta doença viral. O Fundo das Nações Unidas para a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os casos de sarampo dispararam em todo o mundo porque, nos últimos oito anos, uma média anual de mais de 20 milhões de crianças não recebeu a vacina correspondente, que é administrada em duas doses, o que dificulta o alcance da chamada imunidade coletiva para esta doença viral.</p>
<p><span id="more-212264"></span></p>
<p>O <a href="https://www.unicef.pt/" target="_blank" rel="noopener">Fundo das Nações Unidas para a Infância</a> (UNICEF) informou, a propósito da Semana Mundial de Vacinação, que entre 2010 e 2017 cerca de 169 milhões de crianças não receberam a primeira dose da vacina contra o sarampo, que rende uma média anual de 21,1 milhões de crianças.</p>
<p>Nos primeiros três meses de 2019, segundo o Unicef, houve mais de 110 mil casos de sarampo no mundo, quase 300% a mais do que no mesmo período do ano passado.</p>
<p>A agência da Organização das Nações Unidas (ONU) explica que duas doses da vacina são fundamentais para proteger as crianças do sarampo. Em 2017, a cobertura da primeira dose atingiu 85%, um valor relativamente constante, no entanto, a administração da segunda dose atingiu apenas 67%.</p>
<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda um limite de cobertura de 95% para atingir a imunidade coletiva.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: 8pt;">Fonte: El País</span></p>
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